Apaguei tudo do paredes roxas e vim para cá. Quero voltar a escrever sobre as fodas pelas noites entre whisky, shows e outras aventuras gozadas ou não do rap nacional. Minha vida e suas mil demandas, fumei um bolei outro. Aqui estou eu na casa nova. Escrevendo bebendo vodka com suco. Procuro um alívio que deixe um pouco mais leve. Daria um filme. Uma Índia e uma criança nos braços. Sem tempo pro drama a saga continua atrás da$ de cem e eu quero os pacos. Quero os beats perfeitos e uma piroca que me faça gozar direito. Já faz tempo que não rola uma gozada squirt. A última vez foi com Basquiat. Como me comeu gostoso. Melhor chupada de omi da vida. Qualquer dia conto mais de Basquiat. Enquanto isso seguem as histórias entre as paredes roxas. Entre pirocas que deixam saudades e outras horríveis que nunca deveriam ter aparecido e entre bucetas doces que não querem nada sério comigo pois me acham um perigo. Acontece. Entende? “não da pra ser perfeito.” “Ouço falar por aí das suas habilidades.” Guardo pra mim a vontade. A aluna não deve comer o professor. Aprendam manas. Já comi um professor de história e deu ruim. Depois conto essa tbm. Minas MCs tbm não deveriam comer os coleguinhas. Mas quem consegue. Vários pirocudos. E olha que eu tento cortar Mc’s do cardápio. Mas acabo me alimentando de vez em vez da Árvore do fruto proibido. Não se come onde se trampa mas ahhh… só uma provinha. Tem uns que são tão saborosos quanto as rimas, outros melhor só ouvir o som mesmo. Os cariocas então vish muita treta. Vc escuta um gossstosa e a calcinha recebe o rio de tesão instantâneamente. Qual meu problema com esses omi? “Rio de Janeiro, drogas sexo e Mc’s gostosos minha px. Mixtape hahaha venho contar essa aqui depois. Vou dormir e imaginar Paizim2 do interior me chupando com aquele beiço delicioso. Beijas

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