Mãe e todos os “blábláblá” que as rodeiam 


Mãe.

Mãe e seus sinônimos. Mãe e seus derivados.

Mãe e sua imensa capacidade de ser mãe. Simplesmente ser mãe.

E precisa mais que isso?

Mãe é amor infinito. Mãe é cuidado, carinho e proteção.

Mãe é acolhimento, aconchego. Mãe é abrigo, é lar.

Mãe é verdade.

Mãe é confiança.

Mãe é aquilo que a gente precisa ouvir e aquilo que nos faz falar. Mãe é desabafo.

Mãe é pulso firme. Mãe é coração mole.

Mãe é fortaleza, é salvação.

Ser mãe é entender e defender.

Mãe é puxão de orelha e mão pra trás pra evitar aquele tapa, mas é também o beijo de boa noite que nos faz falta.

Mãe é abraço apertado.

Mãe é aquele “eu te amo” no final de cada ligação. Mãe é dizer “se cuida” até que a gente diga que vai se cuidar.

Mãe é tudo e não satisfeita em ser tudo, ela é tudo e um pouco mais.

Mãe é saudade.

Mãe é elogiar até aquele corte de cabelo horrível e se orgulhar por cada pequena conquista.

Mãe é conquista.

Mãe é dedicação.

Mãe é alegria, é aquele sorriso contagiante em dias ruins.

Mãe é dizer “vai dar tudo certo”, mas também é falar “eu te avisei”.

Mãe não escolhe raça, religião ou opção sexual. Mãe não discrimina, exclui e jamais deixa de lado.

Mãe não precisa ser aquela que te gerou. Mãe é aquela que te ama até o último suspiro. Mãe é quem te ama a cada suspiro.

Mãe chora baixinho pra não te acordar.

Mãe vai além de qualquer conceito já criado. Ser mãe simplesmente supera qualquer tipo de explicação sobre o que é ser mãe, pois mãe não se explica.

Mãe, acima de tudo, é mãe.

E não existe definição melhor que essa.