Fala, Rodrigo! Tudo bom? Caramba, comecei a ler seus textos por um acaso e me amarrei no jeito como você escreve, sou muito fã de estilos assim. Vou te acompanhar sempre! Esse texto me chamou atenção, pois estou fazendo uma crônica relacionada ao mesmo tema. E não vou entrar em questão de opinião, pois entendi que o seu texto é mais um desabafo mesmo; porém, por ser uma pessoa apaixonada por música, tem uma tecla que eu vivo batendo sobre ela: às vezes nós não saímos um pouco do nosso mundinho e deixamos de olhar os outros com empatia. Os outros, que eu digo, são tanto as pessoas fãs de certos estilos musicais quanto às que produzem. Comecei a respeitar o funk, por exemplo (depois de muito achar que ele era uma brincadeira de muito mal gosto) quando descobri que ele é foi um desabafo cultural de uma galera que não tinha acesso a quase nada e criou um estilo musical próprio pra preservar sua raça e cor. O Rap tbm foi criado pelos negros quando eles eram privados de aprender música por conta do racismo. E, principalmente, comecei a respeitar mais a variedade de sons que, nós, brasileiros, conseguimos produzir. Sinceramente, que pais chato seria esse Brasil se só conseguíssemos produzir um tipo limitado de música. Até legião urbana com suas letras revolucionárias e Vinicius de Moraes com a sua sensibilidade não teriam grande apelo assim se não existisse tanta riqueza musical. Desculpe o textão e grande beijo! Sucesso!
O cenário atual da música brasileira enche o saco
Rodrigo Teixeira
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