O service designer tem cadeira em agências de propaganda (mesmo)?

Tenho visto algumas pessoas de dentro e fora da propaganda com a mesma dúvida. Alguns cansados do modus operandi de agência e indo tocar os seus projetos; outros entendendo a oportunidade de levar o olhar do design estratégico para dentro das agências.

E depois da entrevista do Abel no Draft e o texto da Laura no M&M, parece óbvio: um estrategista com as lentes do design de negócios e experiências é muito útil para os atuais desafios da comunicação. Ou seja, é cada vez mais clara a necessidade de adaptação do estrategista para o contexto de Startups (tirando o hype) com o olhar do design de serviço. E que, além disso, tenha a habilidade para estruturar (ou pelo menos entender) dados em real time, levantar hipóteses e planos integrando multas disciplinas e pivotar o projeto quantas vezes forem necessárias para se adaptar ao contexto, em um ciclo contínuo.

Ainda que a implementação dessa cultura seja um grande desafio, como a Laura menciona, saber que a intenção existe já cria o o otimismo e abre a discussão. Tem mais alguém pensando nisso porai? Amigos, ex-chefes, colegas de trabalho, freelas… alguém? :)