Café: Uma caneca de verdades que você precisa tomar

Mas que talvez sejam mais fortes que o próprio pó

Brunno Lopez
Aug 8 · 2 min read

Se o café fosse um show de stand-up, com seus grãos sendo divertidamente moídos até se tornarem o Santo Graal das bebidas quentes, eu continuaria não achando a menor graça.

Lamento profundamente que minhas papilas gustativas não tenham entusiasmo suficiente pra aplaudir este item superestimado. No máximo, considero aceitável quando aparece na versão capuccino, mas está longe de valer tantas declarações de amor matinais — tampouco transformar indivíduos comuns em eternos dependentes.

Manhãs são para o que você quiser. Café e contemplação são sentenças tão vagas quanto cadeiras para um show do Capital Inicial. Tais máximas não são capazes de me tirar da cama. Sequer do sério. No máximo, tiram com a minha cara.

O culto à cafeína não me faz dobrar os joelhos e louvar a energia e disposição adquiridas com suas xícaras de entusiasmo.

Seja Pilão, 3 Corações, Juan Valdez, Melitta, Lo'r, Starbucks, Dolce Gusto ou Nespresso, não importa. Essas marcas, assim como o produto delas, não me marcam.

Mas respeito quem bebe. Tenho até amigos que são.


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Brunno Lopez

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Um ilustrador de palavras que acredita que o amor não passa de um tapete voador que sobrevoa as misérias humanas.

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