Confesso que pra algumas coisas eu sou cuzão. Mas quando se trata de fazer o que quero, não há receio. Independente de críticas, minha consciência sempre valeu mais que qualquer opinião.

Posso parecer utopista, egoísta, simplista ou até maluco pra você. E talvez eu seja, de fato. Acontece que o medo de errar está fora de questão, e isso é uma eterna roleta russa: Ora vou além, ora ao fundo do poço.

Simplesmente permito-me. Abro mão das “certezas” e elas já não fazem falta. Faço o que sossega-me a alma naquele momento, e só.

Show your support

Clapping shows how much you appreciated Bruno Alves’s story.