Tô naquela fase de ficar em paz comigo mesmo, sabe? Lutando com os meus demônios, tentando me conhecer e saber o que quero. Quem não sabe o quer se contenta com qualquer coisa, e isso é um erro. Somos todos universos complexos, malucos e extraordinários, contentar-se com qualquer coisa é economizar alma e amor próprio.

Nessa de autoconhecimento descobri também um receio de receber “não” quando peço ajuda, e que por isso eu raramente o faço. Exatamente por saber o quão ruim pode ser um “não”, tenho dificuldade em dizê-lo as pessoas. Um tanto irônico, eu sei.

Sendo assim, passo as minhas metamorfoses e crises em silêncio, numa atuação diária de bem estar. O silêncio é facilmente mal interpretado, e muitas vezes a melhor resposta. Há dias em que responder alguém nas redes sociais é o meu maior desafio, acredite. Quando percebo que estou prestes a “transbordar”, pego meu amigo papel e deleito-me com sua paciência em “ouvir” o que diz a minha alma.

E assim, à minha maneira, vou indo…

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