Armazenamento de Dados— A jornada!
Pen Drive da Hello Kitty, artigo de luxo!

Quem nunca teve problemas com os seus HDs que atire o primeiro CD riscado!

Este é assunto cabeludo e dolorido que a fotografia digital criou; claaaaro que perde para CCDxFilme, mas não vamos discutir isso aqui. Começou com pilhas e pilhas de CDs mas com a evolução da tecnologia de armazenamento, HDs agora são baratos e o problema mudou um pouco, uma coleção de tijolos de alumino que ocupam espaço, são frágeis e difíceis de organizar.

Para começar, eu não tenho qualificação para afirmar algo com perfeita convicção, temos novidades tecnológicas todos os dias e mesmo eu sendo um nerd mala pra kct, tem muita coisa que eu não conheço, então, me desculpem por possíveis erros, quero só compartilhar algumas coisas que eu aprendi com o tempo.

BACKUP!

Não importa se você tem um Mac, PC, Gameboy, se grava em CD, DVD, BetaMax, pendrive da HelloKitty, se você não tem exatamente o mesmo arquivo em no MÍNIMO 2 dispositivos físicos diferentes, você já está errado, muito errado.

Sempre me aparece algum figura e me fala: “meu HD de backup deu pau, você consegue recuperar? tava tudo nele!” Eihn? backup já é uma cópia de segurança, se você guarda tudo no mesmo HD, isso não é backup!
“A, mas eu tenho 2 partições no HD” se essas partições são do mesmo HD, também não funciona…
Pode parecer um aviso bobo, mas vocês não tem ideia de quantas pessoas, gente até que trabalha faz tempo na “era” digital, me vem com esse tipo de problema, faça o seu backup, backup, backup…enfia isso na sua cabeça, inventa um mantra, cola no espelho do banheiro, tatue na testa! mas faça o seu backup.

2º Como organizar os arquivos!

É muito, muito simples, como você quiser!
É sério, já me perguntaram um zilhão de vezes como organizar o acervo, mas só uma resposta faz sentido: da maneira que você conseguir entender.
Tem gente que separa por Job, outros preferem por pastas datadas, por clientes, mas se você sabe se achar de maneira minimamente eficiente no seu acervo, isso já é o suficiente.
Eu, repito, EU, uso títulos descritivos com cadências descritivas, por exemplo:

HD>Foto>Trabalho>Retouch>Rodrigo Braga>Vogue>Vale encantado dos Unicórnios

Pra mim é isso que faz sentido, não é necessariamente a melhor maneira, mas é a que eu entendo, eu tenho sub-divisões que me permitem achar o que eu preciso, sem muito esforço.
Particularmente uma coisa que eu vejo que é muito comum, é o pessoal fazer por data (as de padrão de importação do Lightroom em especial), mas se eu não lembro o que eu almocei ontem, lembrar da data que eu fiz uma foto? para a minha pessoa é impossível, então, eu não recomendo se organizar assim.

Mas eu tenho um truque na manga no meu acervo, na realidade não é um truque, todo mundo conhece, mas quase ninguém se toca do quão bem isso funciona. METADADOS!!!
Os antiquados metadados, não subestime o super-poder destes danadinhos, a partir do momento que você de fato usa ele, a maneira que você organiza seu arquivo já não faz diferença, isso porque, usando palavras chave corretamente em especial com dicionário controlado (você não pode chamar a mesma coisa com palavras diferentes por ex: água, H2O ou molhadinha), você pode se quiser, jogar todas as suas fotos, raw, jpeg, tiff, psd na mesma pasta e ainda assim você vai conseguir encontrar tudo com poucos cliques.
O Adobe Bridge e seu irmão mais novo o Lightroom, leem e indexam os metadados, então pouco importa onde os arquivos estão sabendo quais palavras procurar.

Para o Bridge, como ele não tem catálogo de indexação, a pesquisa é feita ao vivo, então pode demorar um pouco até ele ler os metadados, em especial de sub-pastas, já com o Lightroom, é instantâneo, uma dica pessoal é ter um catalogo unificado, com todas as suas fotos nele ou no minimo um catalogo por HD, mesmo com terabytes de fotos, o catalogo não fica nem muito grande e nem pesado como o pessoal costuma reclamar, meu catalogo tem mais de 90 mil fotos e tem exatos 853mb.

Outra coisa importante, SEMPRE marque o seu Lightroom para escrever os metadados automágicamente (só precisa fazer isso 1 vez a cada catálogo novo), mesmo com backup, vai que um dia você não consiga mais acessar ele, ter isso salvo no arquivo tira a algema do catálogo e permite que você apenas copie uma pasta, sem se preocupar com as modificações já feitas que só estariam no catálogo, você marca essa caixinha que fica nas “preferências de catalogo” e dorme com a consciência tranquila:

Já partindo para a parte de logística dos HDs, eu recomendo também você ter um catálogo por HD e uma cópia (sincronizada é claro!) na sua maquina, assim você consegue fazer buscas sem precisar achar o HD e fica sabendo onde exatamente a imagem está, já que o catalogo e thumbnails não dependem do acesso direto, mesmo no HD offline.

3º Escolhendo seus HDs

Muitas marcas, capacidades,conexões, tempo de vida, RMA. Essa é uma conversa subjetiva, pois cada um de vocês já teve problemas com alguma marca, algum distribuidor e bom, gosto é gosto.

Eu hoje escolho HDs pelo RMA, mas eu tenho uma lógica para isso, considerando que absolutamente todos os HDs vão dar “pau” em algum momento, eu elegi a minha marca preferida pela facilidade e tranquilidade de “troca” do HD defeituoso.
No caso, a minha marca é a Seagate, 3 anos de garantia (passado, agora todos alinharam em apenas 1 ano) e caso algo der errado, e VAI dar, em coisa de 10 dias após devolver o disco, você recebe um novo equivalente na sua casa, eu abro o chamado online e levo lá na rua Pedro Taques (no meio do cemitério da consolação) para a devolução, e fim, é só esperar.

Falando em outras marcas, todas elas são boas, algumas com mais vantagens, outras com menos, meu único pé atras é com a Samsung, tive uns 3 hds deles e todos com erros bizarros muito cedo, não compro mais Hds dela por nada nesse mundo. WD, Hitachi (a Lacie usa HD deles), Maxtor e outras menores são OK, já tive alguns problemas mas nada de mais.

Tivemos algumas fusões nos últimos anos, Seagate comprou a Samsung (mas só a divisão de armazenamento), IBM, Fujitsu e Hitachi fizeram uma parceria, o cenário empresarial está mudando um pouco, e o que muda para vocês? nada, por exemplo na fusão da Samsung, a marca continuará a existir da mesma maneira com os mesmos discos, a unica diferença é o os lucros irão para outro lugar.

Mas o motivo da fusão merece um pouco da nossa atenção, a Samsung teve quedas bruscas de vendas de discos por 2 anos consecutivos, essa queda atribuída majoritariamente a diminuição de vendas de computadores. Em outras palavras, a Samsung não acredita mais em armazenamento magnético e vai concentrar seus esforços em memórias NAND para tablets e celulares.
A curto prazo e talvez médio prazo isso não muda nada para nós, mas é fácil ver que no futuro, esse armazenamento de centavos por gigabyte que temos hoje irá migrar para memórias flash, mais rápidas mas por enquanto, mais caras.

Esse é o meu “cemitério” de Hds, ele seria maior se eu não desmontasse alguns de vez em quando, ou pegasse alguns que ainda funcionam um pouco e colocasse em brincadeiras e projetos pessoais.

Bom, agora vamos passar para a parte que acredito eu, seja a que vocês estão mais esperando.

4º o Hardware!

Com tantos HDs, a logística para gerenciar isso pode ficar complicada, um fotógrafo que tenha fluxo médio e não trabalhe com varejo, gera por ano, na média, 1 par de Hds novos, 5…6 anos de carreira e você vai ter ai algo perto de 15…20 hds pra gerenciar e uma dor de cabeça fácil fácil de conseguir.

Eu vou separar essa parte especifica em 3 partes, o fotógrafo pobre, o que se mantem bem e o que pode ter luxos, facilita um pouco como vocês poderão decidir qual será a estratégia de vocês.

O Fotógrafo Pobre!

Seria a maioria? espero que não, se for, que por pouco tempo!
Para os que tem pouco caixa para investimento, provavelmente vocês já conhecem o esquema, cases de HD, docks e afins.
Infelizmente não tem muito segredo, para os que usam Apple, é um pouco mais chato, para os PCs, a variedade é maior.

Para cada par novo de HDs, comprar cases novos, eles custam na faixa de 60 a 120 reais e diferem muito pouco entre si, a principal diferença é a conexão, USB2.0, USB 3.0, E-Sata, Firewire400 e Firewire800.
Sempre que for comprar um case, prefira a conexão mais rápida possível e futura, por exemplo, não compre mais cases USB 2.0, prefira os com USB 3.0, praticamente todos os PCs novos tem e todos os Apples a partir de 2012 também contam com ela.

Conheça a cara das principais portas aqui.

Essa tabelinha vai ajudar a entender as velocidades de cada uma delas:

Sempre escolham a mais rápida que vocês puderem, talvez no seu computador atual, isso não faça diferença, mas tente antecipar o seu próximo computador, as portas que ele vai ter, assim a sobrevida do seu equipamento será maior.

Vale uma nota para as portas adotadas pela Apple, em primeiro lugar o Firewire; as capacidades dessa porta são excelentes! em 1995 ela fazia 50mbps, cinco anos depois o principal concorrente só conseguiu supera-la em 20%, em 2007 já fazia 400mbps, BUT é um padrão licenciado da Apple e o que isso significa? pouquíssimas opções a preços absurdos, não me levem a mal, não tem a ver com a minha birra com a Apple, mas não comprem nada Firewire, porque já é um hardware legado, a gigante do varejo Amazon tem 93000 itens que correspondem a busca “Memory Card Reader” mas se adicionar a palavra Firewire a busca só mostra 46 itens, sendo que muitos deles nem são leitores de cartão, estamos falando de 0,04% para uma porta que tem no MacBook vendido hoje! (a Firewire está oficialmente morta, computadores de 2014 em diante não possuem mais essa conexão).

Voltando as fotógrafos de Bilhete Único, se possível compre o maior par de HDs que você conseguir, a diferença de preço quase sempre vale a pena, você poderá unificar o seu par mais antigo nele, diminuindo a quantidade de pares e as chances de erro, seja ele humano ou não.

Fotógrafos de carro popular!

Para os fotógrafos afortunados, que já tem em seu cartel vários carnês das Casas Bahia e podem se dar ao luxo de ter um mouse sem fios, as soluções disponíveis são um pouco mais abrangentes.

A primeira evolução do sistema de pares em cases de HDs são os cases múltiplos, neles estão os mais em conta da Synology e os amados Drobos, em sua grande maioria eles são NAS (Network-Attached Storage), discos e arranjos que se comunicam por interface de rede, normalmente Ethernet, dependendo do modelo, você ainda terá outras conexões locais como eSata, USB 3.0 ou Thunderbolt.

Neste link existe um comparativo entre as principais marcas, modelos e as diferenças de velocidade. É interessante ver que uma marca tão aclamada pelo publico como referência de velocidade e qualidade como a Lacie tem índices tão baixos de desempenho.

As vantagens de um destes pequenos servidores são muitas, por usarem rede, você poderá ter vários computadores trabalhando no mesmo sistema de arquivos, os backups poderão ser feitos por várias maquinas diferentes, as velocidades atingidas com rede, 10/100 é de aproximadamente 20mbps (taxa real de transferência) e as 100/1000 (Gigabit) podem chegar a 220mbps de transferência (em RAID0).

Com relação ao preço, como eles dificilmente chegam as terras tupiniquins, comprar um por aqui pode ser bastante caro, um modelo básico de 2 baias (sem discos) não sai por menos de 600 reais, com poucas opções aqui, o mais indicado é mandar trazer de fora. Pela falta de modelos e altos preços minha sugestão é ter um servidor comum para armazenamento (irei falar dele já já).

Outra vantagem, mas neste ponto questionável é a adição de controladores RAID (Redundant Array of Independent Drives), RAID automatiza funções de backup e segurança entre os discos, podendo fazer eles operarem com velocidades maiores ou segurança sem que você precise fazer absolutamente nada manualmente.

Novamente, aqui uma opinião pessoal, eu gosto de ter controle de cada etapa do processo, mesmo que semi-automatizado eu gosto de saber o que está acontecendo, o RAID te tira qualquer controle sobre o que está sendo feito, para muitos isso é bom, pois desonera algumas etapas do fotógrafo, mas eu gosto de saber o que está sendo feito e caso necessário intervir.

Para confiar um RAID, seu hardware tem que ser competente e ser competente, nesta área, sempre significa ser caro. Alguns podem se lembrar que nas sua placa-mãe em algumas portas que segundo o fabricante, fazem RAID, leia-se Marvell®, mas eu realmente não aconselho elas, são baratas, de pouca potência e controle, você pode usar, mas eu definitivamente não confio nelas.

Normalmente as placas diferenciam por cor as portas que suportam RAID.

A segunda opção para armazenamento de médio custo são os servidores caseiros baseados em PCs, ganham em custo/beneficio e escalabilidade, mas são dependentes de um pouco de conhecimento e quissá um CTO (Chief Technology Officer) para que tudo rode “lisinho”.

Hoje, com aproximadamente 600 reais você já tem o material base para um pequeno e escalável servidor, praticamente qualquer computador, mesmo os antigos, podem se tornar um servidor com pouco esforço, é preferível que ele seja mais atual, para garantir que você tenha as portas que você precisa para trabalhar e futuramente atualizar ele.

Os requisitos que eu considero necessários para um servidor com boas possibilidades de expansão são: ao menos 2 PCI-E 1X (permitem aumentar o numero de portas para expansão de discos) 2 PCI comuns (mais lentas mas igualmente importantes para a expansão) e ao menos 4 portas SATA embutidas na placa mãe. um processador que consuma pouca energia é desejável, afinal estamos falando de um servidor que em teoria, irá ficar ligado o tempo todo.

Um conjunto barato e “bonito” seria uma Placa mãe Asus P8H61, um Intel Core i3 de 3º Geração como o i3–3220T, fonte e gabinete, vai depender de quantos discos você vai colocar no seu servidor, não existe a necessidade de placa de vídeo, memória RAM é legal você colocar no minimo 4Gb (PS: prefira RAMs de boa qualidade e velocidade, algumas arranjos se beneficiam muito com a quantidade de velocidade da RAM) e como adicionais podemos colocar placas de expansão SATA como esta aqui ou esta aqui.

Nesta configuração, você vai ter de 4 a 20 discos em rede, com um custo próximo a 800 reais (sem os discos), nada mal eihn! (mais barato que o HD de 3TB da Lacie).

Lembrei de uma coisa, você já fez o seu backup hoje? não? então vai lá fazer, AGORA!

Para os aventureiros das parafusadeiras e serras temos vários projetos DIY (do it your-self) que podem te dar uma solução mais personalizada, dê uma olhada no Black Dwarf 16 TB ou esse pequeno monstro Russo de 74TB.

Para finalizar o seu pequeno servidor, você precisa de um sistema operacional, todos eles exceto o OSx (ele é muito chato de trabalhar os compartilhamentos necessários), são capazes de fazer isso para você, usar um Windows é a solução mais pratica pois até o sobrinho da sua vizinha sabe como ajustar ele sem muitas dificuldades além de ser extremamente compatível com hardwares diversos.

Para os mais conscientes temos opções baseadas em Linux, erroneamente subestimado, ele é muito simples e capaz, inclusive com soluções prontas e super-poderosas para NAS Servers caseiros, como a distro FreeNAS:

Pequeno, leve e exclusivamente gerenciado por rede, ele dispensa até monitor e teclado.

Fotógrafos abastados!

Já que dinheiro não é exatamente um problema para você meu amigo, estas soluções são para quem tem colhões, vale aqui uma pequena introdução a alguem que se enquadra nesta categoria, o consagrado(?) Chase Jarvis:

https://www.youtube.com/watch?v=Y-6EQo6it7Y

Bacana o workflow desse rapaz, invejável a consciência dele sobre eventos catastróficos, parece exagero, mas o “E SE” deveria ser levado mais a sério!

Voltando ao que interessa, quando podemos gastar dinheiro, o mais indicado é recorrer a servidores dedicados de armazenamento, eles são rápidos, redundantes e seguros, você vai precisar contratar uma empresa especializada para poder gerenciar esta solução para você, é necessário muito conhecimento especifico para não fazer caquinha.

Dentro desta categoria, um dos mais baratos é o BackBlaze:

É um projeto “open-source” que em valores norte americanos, oferece até 67TB por menos de US$: 8000, sem os discos o valor cai para apenas US$ 2000, podendo chegar até 270TB. Claro que os valores serão diferentes quando vocês trouxer para o Brasil, mas ainda assim é MUITO barato, barato o suficiente até para fotógrafos menos afortunados.

A empresa também oferece um serviço luxoso, backup ILIMITADO na nuvem por módicos US$ 50 por ano! confira aqui. Ele sincroniza discos, quantos você quiser, mas não fornece mais espaço do que você já tem fisicamente; Em resumo, ele faz o backup de quantos HDs você tiver. Já o Bitcasa te dá espaço ilimitado, mas não espelha discos sozinho, você irá precisar fazer isso manualmente. Com a internet por Fibra Ótica cada vez mais perto de nós brasileiros, estes serviços são uma solução bem bacana.
Update: A Bitcasa alterou os planos em Janeiro de 14, agora o Ilimitado custa 200 dólares mensais não sendo mais uma opção viável. Mas ainda temos o CrashPlan, AmazonDrive, Copy, OneDrive e por ai vai.

Outras soluções parrudas incluem os Qnap, Dlink, Buffalo entre muitas, muitas muitas outras.

Servidor de armazenamento para 8 discos da QNAP.

Encerrando o assunto, vou falar um pouco sobre software.

Para quase todas as soluções, é interessante ter um bom conjunto de programas para que você possa automatizar os backups, eu sempre prefiro softwares livres ou gratuitos, eles costumam ter bugs corrigidos mais rápido e o suporte da “comunidade” é bem mais prestativo.

O que eu mais gosto para Windows (e Linux) é o FreeFileSync:

Captura de tela do FreeFileSync

Simples, prático e “dumb-proof” ele pode realizar várias tarefas de sincronização diferentes, pode ser automatizado, trava os arquivos durante a cópia e pode até ser usado para sincronização ao vivo (o tempo todo escaneando um sistema de arquivos e replicando as alterações).

Para os usuários da Maçã (mas tem versões para Windows também), o que eu mais gosto é o GoodSync:

Captura de tela do GoodSync

Vale o preço e apesar de um pouco mais complexo, pois trabalha com “tarefas fixas” é um excelente programa.

Apenas lembrando que eu não sou um especialista em armazenamento, eu apenas estou compartilhando um pouco do que eu sei, caso eu tenha esquecido de alguma coisa, falado besteira, erros de português, sinta-se a vontade para me ajudar a melhorar este “artigo”, me envie um e-mail: contato@terapixel.com.br e divulgue, compartilhe, mas por favor, lembre-se de informar a fonte.

Meu nome é Bruno Cas tenho 29 anos, sou Retoucher na Terapixel que está sediada no planeta Terra.

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