Brazilian Leadership + Liderança 2.0

Coach Prático para Liderança

“Quando se trata de adicionar valor aos outros,

saber fazer as perguntas certas é mais

importante do que saber as respostas.

“Perguntas são chaves de ouro que abrem

corações e mentes."

Você com certeza já ouviu falar no formato

coaching de liderança. É uma formato de

liderança baseado no relacionamento, em

perguntas, na co-criação e na crença de que a

pessoa que está com você tem o potencial

necessário para alcançar seus sonhos e destino.

Mas antes de começar a ler este artigo que fiz

com muito carinho, me deixe te fazer uma

pergunta:

Você gostaria de aumentar a eficiência da sua

liderança em até 10x?

Se a sua resposta for sim, acredito que este

material pode ser um ótimo start para você!

Então, antes de falar sobre o Coaching prático

para liderança , precisamos concordar

sobre duas coisas. A primeira chamo de

Liderança 2.0.

Liderança 2.0

Se você acompanha o que estamos trazendo

através de Open-Class, Workshops e Palestras

pelo facebook (aqui), youtube (aqui) ou

LinkedIn (aqui), você já tá percebendo que a

essência do que temos falado é basicamente:

. o modelo de liderança está mudando

. a sociedade está mudando muito mais rápido

do que a liderança. O mercado acompanha

isso, mas as instituições ainda não.

. tem muita gente que daqui a cinco anos não

vai ter mais espaço por causa da sua forma

obsoleta de relacionamentos

Ok, mas e aí?

E aí que as formas de equipar e empoderar que

existiam antigamente não vão existir mais. O

nosso jeito de aprender está mudando, então é

melhor mudar o jeito de ensinar também.

Por exemplo: as geografias estão mudando e

ninguém percebe (te provo isso bem AQUI), e a

geração Y talvez seja a geração mais desafiadora

quando se trata de construir influência sobre

eles.

Explico:

Em meu livro que se tornou best-seller

milagrosamente “A igreja na Era Pós-Digital —

como essa geração vai reformar a igreja” (você

pode clicar aqui para tê-lo, a Amazon está com o

desconto especial), falo melhor sobre os desafios

da nova geração, da sociedade atual e de como

as instituições tem que se ADAPTAR para

continuar com seu alcance e raio de influência

nas demais camadas da sociedade.

Se eu pudesse dar três dicas para a formação de

novas lideranças em sua empresa, ONG,

organização ou igreja, elas seriam mais ou

menos assim:

. crie conteúdo personalizados na formação de

cada pessoa

. O UM (1) é mais importante do que o CEM

(100)

. investir nos pontos fortes é o melhor negócio,

mas investir nas dores e traumas pode ser o seu

diferencial

Há alguns dias atrás tive a oportunidade e

privilégio de conversar com uma das minhas

grandes referências da atualidade: um

americano filho de coreana chamado Dave

Gibbons!

Dave é idealizador do Xealots e consultor da Marina Abramovic

Institute, além de mais um monte, monte, monte de coisa

Se você não o conhece, dá uma olhada no Face

dele. Se você tem interesse em liderança,

influenciar sociedade, ser significante, com

certeza ele vai te ajudar muito.

Nessa nossa conversa, estávamos falando sobre

a liderança brasileira e sobre a necessidade de

criar programas que desenvolvam lideranças de

forma personalizada, e não mais de forma

pasteurizada, como uma grande fábrica.

Desenvolver é muito mais artesanal do que

industrial.

Ele me disse:

“Um dos meus maiores ídolos era o Bruce Lee.

Ele tinha um filosofia de vida “Se você coloca

água no copo, ela se torna o copo. Se você a

coloca numa vasilha, ela se torna a vasilha. A

água pode fluir e a água pode quebrar. Seja

como a água, meu amigo.”A nova liderança está

aprendendo ao redor do mundo que precisa

estar aberta para designs criativos e precisa

abraçar novas linguagens, formatos, se ela

quiser continuar entregando sua “água”.

O conceito , na prática, fica mais ou menos

assim: https://www.youtube.com/watch?

v=qRJ1hgN7uAU

Daí nasceu aquilo que acho ser meu maior

diferencial em relacionamentos e provisão de

treinamentos: a habilidade de customizar e

personalizar tudo de acordo com as

necessidades da cultura e desafios locais.

Se você der uma olhada em meu site

(brunodealmeidacoach.com), vai perceber que

todos os treinamentos estão em aberto,

esperando a CO-PRODUÇÃO, para que juntos,

possamos criar o mais justo possível para a

realidade local.

E dessa experiência nasceu a minha maior

certeza e característica que vai nortear os grande

líderes daqui pra frente: Influência não se

constrói por autoridade, influência se constrói

por relacionamento.

Seja como a água, meu amigo.

A segunda coisa que vamos concordar é esta:

O que a liderança

brasileira deve

aprender com o Vale do

Silício

Quando estava escrevendo meu livro que virou

best-seller “A igreja na Era pós-digital — porque

essa geração vai reformar a igreja”, (dá uma

clicada aqui se você ficou curioso) tive que

pesquisar bastante! E uma das coisas que mais

me fascinaram na minha pesquisa foi o

“mover”que tá rolando lá no valo do silício, na

Califórnia.

Sabe o que é?

Não?

Então aqui vai um resuminho de uma das áreas

que comporta a maior área de inovação do

mundo, que gera o maior capital mundial e que

é berço e modelo de gestão e cultura moderna:

O Vale do Silício ocupa uma área de cerca de 3

mil quilômetros quadrados, com uma

população estimada em 3 milhões de pessoas,

segundo a publicação Index of Silicon Valley

2011. Trinta e cinco por cento da população é

formada por estrangeiros.

Cerca de 16% dos postos de trabalho da região

são nas áreas de alta tecnologia, ciência e

engenharia, comparados à média de 6% de

todos os Estados Unidos.

Em 2010, os investimentos de capital de risco

subiram 5% no Vale do Silício, chegando a US$

5,9 bilhões. A região atraiu 27% de todo o

investimento dos EUA.

No ano passado, houve 11 aberturas de capital

no Vale do Silício (em 2009, havia sido somente

uma). Houve 960 operações de fusões e

aquisições na região no último ano.

Ok, mas o que isso tem a ver com a liderança

brasileira?

Bem, se você é um líder você sabe que liderança

é influência, e um dos seus papéis é gerar

resultados através de relacionamentos. E que a

forma mais sustentável e profunda de alcançar

esses resultados é criando uma CULTURA!

E é aqui que eu acredito que tá o gap entre a

nossa liderança atual e a liderança do futuro:

A capacidade de desenvolver identidades ao

invés de criar cópias. Criar um ambiente/

cultura de inovação/criatividade que seja

modelo para qualquer lugar.

O vale do silício é destino das mentes mais

brilhantes do mundo, comporta as melhores

empresas do mundo, criar as melhores soluções

do mundo não é à toa, né?

Ninguém faz samba igual Madureira!

Ninguém proporciona show-family igual a

Orlando.

E ninguém cria tanto pro mundo atual igual o

Vale do Silício.

Quer exemplo de uma grande ideia de serviço/

produto que resolve problemas que nasceu lá?

Uber. Aquele aplicativozinho que encontrou

uma forma de melhorar um serviço e que hoje

está avaliado em 60 bi de dólares e que vale

mais do que a ford, por exemplo!

Como o uber, todo líder tem o dever de identificar no cenário

possíveis soluções de problemas que beneficiem a equipe

Tudo isso por causa de uma única ideia!

Então por causa disso aqui abaixo vai uma lista

de coisas que são comuns no Vale do Silício que

a liderança brasileira poderia incentivar

em seu ambiente:

1- Ideia

Lá na Califórnia, nesse lugarzinho que hoje

concentra talvez a maior renda de capital do

mundo, é bem claro o conceito do que significa

uma ideia. É bom que você , como líder na sua

empresa, companhia ou igreja ,tenha bem claro

que:

“a ideia não vale absolutamente nada! O

que vale é a execução!”

Uma boa ideia mal executada vale mais (alguns

milhões algumas vezes) do que uma ideia genial

NÃO executada.

Quantas vezes você já teve uma baita ideia, mas

não fez nada?

Ou quantas vezes você já viu na tevê ou nos

programas alguém fazendo ou falando algo que

você já pensou?

Qual a diferença entre você e ele?

Isso mesmo: ele EXECUTOU a ideia.

Então a primeira coisa que você como líder deve

valorizar em seu ambiente: quem faz acontecer!

2- Compartilhe Tudo

No vale, os líderes/empreendedores

compartilham informações livremente e sem

medo de serem copiados. Por que eles não tem

esse medo? Exatamente por acreditarem que a

ideia é apenas o começo, e que sem uma

execução com a técnica e qualidade necessária, a

ideia não será tudo que pode ser.

Em outras palavras, a ideia é apenas o start. E

ideias muitos tem. Mas a capacidade de executar

ideias é para poucos!

(quantos líderes você conhece que não

compartilham nada, os famosos “ruins de

jogo”?).

Lá se entende que trocar ideias enriquece seu

networking. Se troca ideias, compartilha

informações, se apresenta amigos porque há um

ganho mútuo.

Isso é uma CULTURA de crescimento.

Como tá seu networking? Qual foi a última vez

que você teve um encontro produtivo? Qual foi a

última vez que você teve um insight numa

conversa? Qual foi a última vez que você deu

uma boa ideia pra alguém?

É…

3- Hiperfoco

Trabalhei com um chinês que pertencia a uma

companhia em Xangai que fazia quase de tudo.

O negócio principal deles era desenvolvimento

de aplicativos. Mas como a China era a terra das

oportunidades, eles também faziam

desenvolvimento de hardware, vendiam

produtos e ainda prestavam consultoria! Só

faltava cuidar de bebê!

Eu sei lá como esses caras conseguiam atingir

uma qualidade com essa amplitude de mercado.

Vale tudo para sobreviver. Mas não é assim com

os excelentes, não é?

Na verdade, grandes cases de sucesso, ao invés

de focar em muita coisa, focam em uma única.

Eles desenvolvem um hiperfoco em seu

propósito.

É assim com grandes empresas.

Grandes igrejas.

Grandes líderes.

Por isso acredito que a liderança brasileira tem

que ter uma cultura de hiperfoco, especialização,

propósito.

Em outras palavras, se pudessem relacionar

você e sua obra com uma única palavra, qual

seria?

Se você colocar um hiperfoco numa

característica, ela vai se tornar essa sua palavra.

No que você é bom? O que as pessoas estão

querendo quando te procuram?

4- Cabeça aberta

Aqui vai a última característica do que julgo ser

necessária para a liderança brasileira atual.

E essa última característica é ter a cabeça

aberta!

Deixar de lado toda burocracia, religiosidade!

Por que?

Geralmente, ideias revolucionárias e

empreendedores/líderes brilhantes são

subestimados em um primeiro momento. É um

instinto humano que une a insegurança à

ignorância.

A maioria das novidades trazidas por um líder

ou um liderado são recebidas com um “é

impossível, uma moda passageira, ridículo,

etc.”. Mas há uma linha tênue entre o maluco e o

gênio, entre o ridículo e o revolucionário. Entre

a invenção e a inovação.

É importante que todo líder que deseja entregar

melhores serviços e produtos se desligue do préjulgamento.

Analise friamente os fatos, aguarde

um tempo para emitir opinião e verificar se a

ideia ou serviço tem qualidade e tração.

Mantenha a mente aberta. O que parece ser uma

ideia ou solução distante e ridícula hoje poderá

ser sua melhor sacada para amanhã.

Pronto, agora estamos juntos e podemos

falar sobre Coaching prático para

liderança cristã. Gosto de definir

Coaching como a arte de fazer

perguntas, extrair o melhor e construir o

futuro.

Está preparado?

“Aquele que faz perguntas não pode evitar as

respostas.” — PROVÉRBIO DA REPÚBLICA DE

CAMARÕES

ELES NÃO PRECISAVAM de uma razão. Foram

até lá apenas porque ele era de descendência

judia. Os nazistas invadiram sua casa,

prenderam- no e a toda sua família.