Sonhos

Do autoconhecimento ao sentido de vida

Quem me conhece sabe que eu gosto de imagens assim

Quando falamos em sonhos, é natural que venham dois tipos distintos conceitos à mente: os sonhos que temos todas (ou quase todas — ou mesmo nem todos nós) as noites; e os objetivos maiores que traçamos para nossas vidas. Vamos explorar um pouco cada um deles.

Partindo do pressuposto científico, o sonho é um conjunto de pensamentos que se manifestam durante o sono. Esses pensamentos podem (e geralmente são) reflexos daquilo que vivemos ou pensamos durante o dia, manifestados por um dos estratos da mente segundo Freud: o inconsciente. É de lá que saem as paixões, os medos, entre outras emoções mais… irracionais (eu até arriscaria primitivas, mas não quero falar bobagem). Enfim, para entender mais sobre isso, fica a indicação.

Mas aí fica pouco pra nós, não acha?

Quando envolvido em contextos culturais e religiosos, o sonho ganha novas dimensões. Vai desde mensagens enviadas por seres superiores até desdobramento, que é basicamente o seu espírito saindo do seu corpo enquanto você dorme e vivendo tudo aquilo que seu sonho registra. Eu me posiciono em algum lugar aí no meio, pois creio que os sonhos não são assim tão gratuitos, como a ciência prevê. Digo isso porque já foi o meu caso. Sonhos que eu tive já viraram realidade. Em alguns deles, eu passava por uma falha em alguma situação que eu precisava que desse certo. Dessa forma, eu conseguia evitar a falha antes que ela possuísse condições de existência. Loucura, não? Talvez. Uma amiga minha me ensinou uma vez que todos nós devemos buscar interpretações para nossos sonhos, pois muitos deles podem estar tentando nos dizer o que está errado em nossas vidas, e que por algum motivo nós não conseguimos perceber.

Como esse assunto de sonhos pode ir muito além disso, deixo futuras reflexões com você.

O outro tipo é aquele tipo de sonho que você tem desde pequeno. Aquilo que você quer para a sua vida, e que deve buscar algum meio de tornar realidade. Já tive alguns desses até agora, e digo com propriedade: a sensação de realizá-los é uma das melhores que existe. Fica difícil explicar o quão boa ela é por se tratar de algo tão abstrato, mas é bem assim. Aquele arrepio que percorre todo o seu corpo, a felicidade que não te deixa parar de sorrir por um segundo sequer, a vontade de gritar para o mundo que você é uma pessoa maior naquele momento. Tudo isso acontece.

Imagine só: você imagina algo durante a vida inteira, e aquilo um dia deixa de ser imaginação e passa a ser real. E esse é um conselho que eu busco passar adiante para todos aqueles cujos corações são abertos e ávidos por realizações: corra atrás dos seus sonhos, e torne-os reais. Encha o peito de orgulho por ser capaz de escrever o rumo de sua própria vida. É uma das coisas que fazem com que ela valha a pena. Sonhe sempre, e sonhe grande. Afinal, não há diferença de custo entre sonhar pequeno e sonhar grande.
Nesse momento, a brasa que queima suavemente em você explode em uma labareda ardente que nada, absolutamente nada, pode controlar.

Por isso eu te pergunto: Qual é o seu sonho?


Uma vez, eu realizei um sonho. Logo depois, tive um sonho durante a noite, e acabei tornando-o realidade. O resultado você confere clicando aqui.

One clap, two clap, three clap, forty?

By clapping more or less, you can signal to us which stories really stand out.