Hoje o dia foi ótimo. Peguei minha moto e fui com minha namorada e família comer num lugar diferente. Um restaurante à moda antiga. Na verdade era mais um sítio. Comida no fogão à lenha, uns dois cachorros passeando em volta da mesa acompanhado por mais umas 3 galinhas e uns 2 patos. Natureza, tudo de bom !

  • Depois de muita conversa, de comer a sobremesa que estava uma delícia e brincar com as crianças (sobrinhos da minha namorada) resolvi digitar. Olhei duas meninas na balança e elas não estavam se entrosando. Estavam cada uma em um balanço, com o celular na mão e se filmando no estilo selfie. Aquele papo clichê sobre a tecnologia aproximar quem está longe e distanciar quem está perto fez muito sentido. Achei triste. Lembrei da minha infância, há uns 15 anos atrás (é, não faz tanto tempo) e lembrei que era diferente. Na minha época já não era tão bom como na época dos meus pais, mas hoje em dia o negócio tá brabo.
  • Antes que pense que é hipocrisia de minha parte, por eu estar utilizando o celular para expor isso, saiba que eu aproveitei o dia. Eu conversei, eu dei atenção para as crianças e amigos. Houve momentos de risadas, enfim, digno de se guardar na caixinha das lembranças.
  • Mas aquelas meninas estavam utilizando o celular o tempo todo. A tecnologia não tem culpa, o ser humano que faz mal proveito das coisas. A arma não mata, quem mata é o homem. A internet, o computador, o celular, nada é ruim, nós que não sabemos usar.

Um amigo meu que apresentou esse aplicativo (Fernando Ruffo) e eu adorei ! Nós dois adoramos um texto. Só que de vez em quando a gente faz uso de um lápis e uma caneta. Lá não tem a facilidade de digitar, mas tem a letra característica de cada um, tem a sensação do rabisco, tem o “modo raíz” de se fazer haha.

Espero que uma hora elas percebam que existe o momento certo de fazer as coisas na hora que devem ser feitas. Ou seja, conheçam a disciplina.

“Nada para a inexorável marcha dos ponteiros do relógio.”

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