Pepíta de Gansa Dourada, lotada de Barro($) — A Droga da Guerra

EPÍLOGO |
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פפיטה של ​​אווז הזהב, מלא Bאררו ($) — במלחמת הסמים הצלת
א יסתרילא די דאוי גויא י פּרותיגי ברונו

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חלק א — גילוי דרך האמת
CANTO À DUMAVATI |
“धूमावती ! अपनी यात्रा के आशीर्वाद
मुझे नेतृत्व
अनंत सच की ओर
मेरे शेष
यह सच है पथ की ओर
अनन्त नोमैड
या मानव
या परमात्मा
तु अपने
चेतना
अन्तरंग
और पिछले
मैं विनती करता हूँ और सम्मान
यह सच है की ओर
खानाबदोश जीवन अनंत
और निष्क्रिय मौत
और अच्छे पुराने
पुनरारंभ”” — B.s.B Filho de Astarte

Dhumavati

“Solta meu moksha
eu deixo de ser insolente
e começo a tomar chá
mesmo sem estar doente
Dai-me paciência
dai me eloquência
de Daime, inteligência
minha escrita é velha
como a sua insígnia
aparência” — B.s.B Filho de Astarte

— B.s.B בן עשתורת / שוליית Dhumavati|

A Descoberta

Guerra dilacera jugulares, Guerrilha tem cheiro de Sangue e cor de Plasma. Não dos guerrilheiros que passam na TV.
Não é “o último samurai”, não penso que vão entrar em extinção antes da SWAT. Toda extinção é em vão.
Guerrilha tem gosto de lama e infecção cheia de pus, corte de espada.
Tiro é um disparo covarde. Tiro de mosquete é um disparo sem honra. Imagine o disparar do Dharma do sujeito que chapadão de Mok Xá, divide espaço no mundaréu com a própria religiosidade eterna e pagã aos olhos de Hórus…
Samurais honrados com o Toque de Midas, donos de El Dorado, saquearam europeus náufragos, saquearam europeus pálidos, saqueavam e sugavam moedas de saques ocidentais. Pertencentes à outra Lei, umA cuja— este, específica e obviamente — propriedade pertencia À quem paria seu bezerro — deficiente — na Terra Prometida, ou seja, À ninguém; nenhum europeu, a menos que fosse templário. 
Brancos, nórdicos, Parte Bárbara e civilizadamente, ao mesmo tempo, saquearam Americanos do ponto baixo da Rosa dos Ventos até o Alaska; desde o frio do pólo, quente como petróleo faísca e fósforo. Fósforo, faísca e petróleo; tudo apaixonante.


* Parte I — Tolice| Ouro dos Tolos;

|Oורו דוס טולוס;|
Ouro Tolo
“Fedido
Tipo pomba na chuva

Tipo cachorro molhado
Feliz
Tipo pinto no lixo
Puto
Tiro meu cavalo da chuva
Feito
Amigo da onça
Traio?
Tipo cabeça de bacalhau
Raro
Tipo mico leão dourado
Vivo
Tipo macaco velho
Peço
Tipo barata tonta
Dinheiro
Tipo pinto no lixo
Rico
Tipo louva-Deus
Vivo
Tipo o melhor amigo do Cão
Morro
Tipo Scar e seus súditos
Humano
Filho de peixinho-palhaço
Misterioso
Tipo capitão Nemo e sua Ilha
Sou
Tipo um jumento, um burro
Não esqueço
Tipo elefante
Quero distância de rato
Tipo elefante
Querem meus dentes pra vender
Dourado
Não mico. Leão, o rei da selva
Sei
Tipo o homem morcego
Preciso
Tipo Midas, possuo
Cego
Tipo o homem morcego
Lendário
Tipo Eldorado
Ser lenda, 
por fora sou de ouro,
dos tolos.
Ser d’ouro
Tipo por dentro
Pra ser humano
Tipo animal qualquer” — B.s.B
Foolishness

Parte III — É Ouro.

A Pepita de Gansa

Na guerra as jóias refletem cor de sangue e o cheiro de miasma. Meu tio fala que lá na Rua Picarolo — onde morava — os miasmas tinham cheiro de sangue. E carregavam aqueles cartazes corporativos/corporais — sei lá que porra — os quais trazem escrito: vendo ouro

A diferença é a prerrogativa do sujeito, se vender por ouro ou receber diretamente do olho do furacão, da cratera do vulcão, da boca do fumo… Os diamantes de sangue, dum curta metragem — sem gente loira e bonita feito DiCaprio — mas tão filantropistas quanto este, dando suor e tempo de vida em troca de pedras que conduzem eletricidade e derretem sem muito rebuliço.

Pepita é algo tão Divino que tem nome de mulher. A Deusa Ísis, Gansa bípede dos Ovos de Ouro, que, em comparação aos diamantes sangrentos e ao trabalho escravo no continente africano, soa Messiânica a ideia — a magnitude da ideia — de que uma Deusa egípcia evocaria minha escrita para falar do quão dourada sua cloaca é. Mas tem quem acredite. Tem quem bote — Fé.


*Parte IV — Ouro e Fé
פּארתי IV — וורו י פי

Guerreiam os animais, trogloditas, selvagens. “Savage Garden”:

— remixado por Gengis Khan, Disco Junkie, guerra é o ópio de Marx— não vinil.
Cê pensa tiro e ouve adaga, flecha de besta e arco e flecha acoplando baioneta; nascer ferreiro em época de glock de plástico é a promessa de mendigagem ou dependência química.
Gengis Khan nasceu neste mundo do Cão, de tão irado e puto, pra guerra; mendigava nações e as chapava de Cal e Ópio.

Meu Mongol De Espada — interno, refuta o cessar fogo e levanta o estandarte vermelho; pro frio e azulado inferno de Dante. Cessar amores platônicos e abortar presença durante infância do bololô de células sem cárdio, sem cel, sem crédito por Direito. Vida é Vida e a guerra carece de muitas pra bater cota e não implodir o psico General de cada frota.

Fita preta. A coisa tá esbranquiçada e reflexiva demais pra quem poliu armadura, pagou Armani pra desfilar e andar de Fusca com Adolf no Dia D Quadrilha.
Cada guerra propaga Luto. Luta é escapar de uma guerra sem ter de causar outra maior.


Parte III — visões do inferno

Zdzisław Beksiński’s vision of Hell — http://imgur.com/gallery/qk8Q2

Digo que, eu mesmo, para fugir de meus demônios provoquei Helena e tirei um sarro de Gregos e Troianos; sem alarde ao trocar facadas com trolls e receber Hipogrifos de madeira de presente.

Facilita, voltar feito falcão encavalado, saindo voado, pra Bahia e trabalhar de taxista até ter dinheiro pra comprar uma ILHA?

A cidade entra em guerra com meu ponto de táxi e fecha avenida com a cavalaria… de madeira.

Caras de Pau.

Na mão e na virilha prestes a me castrar químicamente caso eu estupre a fachada democrática e escancare O Globo de tirania e poder.

Eu compro uma casa, esquisita, fachada arrumável e mobília movediça, areia e teia de aranha presentes. Presenteia-me o locatário, e feito Guerreiro à primeira vista, pressentem minha desconfiança com insetos rápidos demais, destes cuja velocidade, para acompanhar olhando no olho do aracnoide, só com pescoço de Coruja, e tomar volta pra esse octópode restante de casulo chorumento é dose. 51.

Pituba era a tribo, cachaça Pitu e camarão no Bapho. Bairro é pra quem tem rabo preso com político e acha digno pagar imposto e ter CEP em dia.
Barros é pra quem veio da Argila e Lama pra virar o filho de Astarte e Vênus, em CACOS.


Parte III — Astarte e o Nascimento do Filho de Vênus |

עשתורת לידת בנו של ונוס” Bruno Barros

Zdzisław Beksiński’s vision of Hell — http://imgur.com/gallery/qk8Q2

Matrix, Baiana, é a Coca e o Álcool, brotarem tipo naquelas prateleiras brancas numa esteira de aeroporto infinita.

Eu sou o Neo. Né o Neo-Liberal, não — amém.

Eu sou o Neo. Escolhendo o mais barato da prateleira, encharcando a cara de loló e carregando uma sub russa e um fuzil. Acendendo um fósforo no meu próprio nostril; Nick Cage, Motoqueiro Fantasma. Ou então gasparzinho, em cinzas, vindo do abismo. Ou então da puta que lhe pariu.

Aqui não é seriado da Fox. Mas o Rafinha Bastos é detraído do direito que o Faustão tem… de provocar náusea com poucas palavras numa piada.
Somos todos Rafael. Braga. Nunca Bastos, nem Bastas e não adianta chorar pela liberdade de expressão derramada, seu pé de cabra, nem batas.

Humor é cranco, crânio ou mau crônico? Perguntei passando demaquilante Monange, vestido de palhaço zumbi, vestido de paquita da Xuxa vestida de palhaça da TV aberta. Entretive criança com bunda e brinquedo.


Parte III — Zumbi e Voodoo

Tio Patinhas e o Zumbi Voodoo

JN faz manchete graúda pra quando um adulto psicologicamente podre: entreteve criança com bunda e brinquedo.

JN faz manchete aguda pra falar de bem estar mas não me parecem confortáveis as correntes por debaixo da bancada do Set.
Não o de filmagem, a bancada do Deus egípcio, digo isso a vera.
Bando de animais fraudulentos, censuram censuram censuram e quando menos dão conta, sua voz, já terna e rala, censura censura censura. Soa como apito de cachorro pro Guerreiro da TV aberta desligada e o 
Olho de Hórus a b e r t o

Desde criança, tenho tesão em folclore e gibis de banca qualquer, ou mesmo de banca nenhuma. Se não me der de comer nem ler eu tomo e assino embaixo: Latrocida Faminto.
Já atendi vários no presídio, Evaristo, mas isso em tempos despertos, rememoro a criança em mim até que me falte humor. E olha que de ranzinza eu sou um grande mas não sou dois. Só quando eu durmo.

Durden e o Narrador — assistindo o Sítio do Pica Pau Amarelo com recortes obscenos no VHS

Criançada tem tesão na Xuxa — eu também — e nos brinquedo. Mas já pensou se entreter fosse responsa do Sítio do Pica Pau Amarelo ainda — até hoje em dia essa porra só passa no Viva — e não da Cuca portando taco, naipe Madame da bunda graúda, quebrado da sinuca, virada na boca, vendendo óxi, sexo e maconha da bruta.


Parte III — Gilete na Reencarne

O Natal do Tio Patinhas

Caldeirão de guerra comerciável. A TV aberta no Brasil é drogaria fajuta. Globo é bolacha e biscoito também. Vá tomar no cu você e seu sotaque junto.

Só ta que — de rocha — é o Guerreiro fajuto que compra espada ninja no EBay, e revende o produto.

Voltando ao assunto, aluguei uma casa. Tinha opção e produto. Vender planta da horta, podendo ir preso, podendo ganhar o mundo, tudo.
Ou vender farinha e cozinhar manteiga baseando-se em benzocaína e maizena com lâmpada moída junto.


Parte IV — Visões do Inverno

Zdzisław Beksiński’s vision of Hell — http://imgur.com/gallery/qk8Q2

Ou mesmo, oferecer emprego às mães, do vereador ao prefeito, e montar um puteiro descaralhante, Neonzada na entrada e solidão engarrafada na suíte dos fundos.

Imagino tudo. Sonho com essa casa vazia preenchida de dinheiro e boceta. Mas dinheiro e boceta não giram em torno do meu umbigo. 
O sol menos ainda. A terra então… me ignoras! 
Não me deixa querer dormir de dia e provocar terremotos noturnos. Aterra-me; então, ignora, dinheiro e boceta não farão a Terra girar mais rápido e nem a minha insônia acabar.

Vou parar de sonhar com dinheiro e boceta, tentar ser mais humilde, gastar onda e não recheio da carteira, me meter em menos treta. Vou parar de sonhar com dinheiro e boceta, tentar ser menos respondão e engolir meu tabaco com aguardente e uns sapos-boi, todos juntos. Atento ao horário do expediente.

Mas escritor, o Sr. Filho de uma Boleira não tem livre expediente? — Entre aspas.

Respondo-lhe: meu trabalho é quem me liberta, me limito para não perder meu trampo e sem querer que a Vida me demita.

Mas escritor, o Sr. Neto de Escritor não tem liberdade poética? — Num trem-bala mental, respondi:

Cansa e dói, dor, de escrever pagando de eremita e ser lido pelos Zooboomafumados que Rasta na IBMEC.

Fuma aí seu mentolado e me deixa em paz, faz o favor.

Voltando à guerra, monto minha barraca onde for, onde me deixarem e permitirem esse favor.

Voltando à guerra, monto meu cavalo de pau, com a feição de Gulliver e as sardas de Frodo, meu presente de grego é um beijo no cu da Escrita em desamor e de cursiva torta; forjada em aço caro, mas plástificável, quando atrita com bronze de Karma e Dharma, ambos alinhados.

Quero minha liberdade nos tempos Hindus, tipo Liam Gallagher e seu irmão enjoado.


Parte V — Estou De Partida Desde o Natal de 1997

Tio Patinhas e os McVipers

Quero falar de cultura sem me apropriar nem cometer pecado.

Quero espalhar cultura de Índio sem cocar; enfiando narina acima dos alieanado: etano ou/e etanol aguado, no sal e limão sufúrico e temperado, molhado no guardanapo à la Snake Eater contra a KGB. Camuflado.

Quero uma banda e um Oásis que não sejam miragem nem uma música comercial, feita pra MTV — antes fosse pra rádio.

Quero livrar, meus 7 pecados dos meus 19 aniversários divididos entre meus dois séculos e meus dois espíritos, Ying-Yang, Thelemita e Cético, lado a lado.
Equilibrando-me num slackline no Pico das Agulhas, eu já vi algumas batalhas serem perdidas, muito por falta de dar-se conta dum recado.

Hermes escrevia com pena. Eu tenho um notebook, compacto.
Não desmereça o esforço, só estou passando o passado via recado;

Trismegisto escreveu. Eu digito. Com Bapho de gôrfo e engasgando-me num grito. Que não é meu, privilegiado sou, mimado pra caralho, até em não possuir a displicência do BERRO.

Se eu enfezo eu GRITO, eu GUERREIO E BERRO. CHORO. LIBERTO.

Fim
— Redenção, à safo, são (?) e salvo, DesaBapho.
Tio Patinhas e o Zumbi Voodoo

O nanquim economizado por Hermes, hoje é pixel e html, eu criei do ZERO.

Modernidade gasosa, tem drone explodindo Sinagoga, Ministro combustando no próprio jato — recém-lavado — e Deus não está sendo Severo? Quem faz pacto com o Capeta: é o JAY Z, O [B/S] ama; um Martinho da Vila, ou Lutero?

Marx empalado por Vlad é o fim da Esquerda, meu campo político é a GUERRA de demônios INTERNOS. Eu criei do ZERO.

“עזור לנו נוטי, כל זהב הוא מטופש, כל דג הוא זהוב שבו כולנו נחים לנצח בחתיכה הרמטית אינסוף כאמור לעיל” — B.s.B

Hustle Quote

*ilustrações de Don Rosa retiradas da Saga do Tio Patinha$
o resto é do imgur e do google tradutor; minhas poesias, não meu poliglotismo precoce, este ainda há de chegar logo.

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