aqui, sentada no sofá, vendo a vida passar, 
o som dos gotejo da chuva, o bater das janelas, o toque das teclas ao digitar esse texto.
a pouco invadi seu quarto, te vi dormi, mas a verdade é que não vi, desde que cheguei, não pude te olhar, ou melhor, evitei.
não sei o motivo, mas acho que não quero me lembrar como teu rosto tem um desenho bonito, ou como tua sobrancelhas finas me lembram a decada de 70, eu poderia passar horas e horas dizendo uma a uma cada coisa que gosto de ti, mesmo depois de tu quase me obrigar a lavar a louça, ou como disse quase com glória que eu pirraço, mas não. eu não sei ate quando isso vai, esses textos, esse amor.

também não sei o que ganhas com toda essa ofensa, mas eu sempre darei a outra face. porque eu sou amor, de todo lado, de cima a baixo, eu sou amor, e sempre serei.

o vento quase não bate aqui, ele me fez lembrar de mim

que a tempos me esqueci,

outro dia me olhei no espelho e não me reconheci, veja so, eu mesma as vezes me destrui, mas agora ta tudo bem

aqui dentro, não soa mais desdem.

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