falta dois pras 5h da manhã, e eu to desde as 3h imaginando um monte de coisa que provavelmente não vai acontecer. eu saí de casa depois de muitos dias pra uma festa, ao qual eu não consegui curtir muito, eu tentava curtir mas não sei, algo me atrasava, sem contar a TAMANHA saudade de ti, soa idiota falar que eu te quero aqui a todo momento?

os roles não são mais role sem tua companhia, aliás, nada parece tão bom quando não tenho a ti, não da forma que quero, e isso não tem a ver com contato físico, está longe disso é algo mais espiritual.

já são 5h01 e eu fico escrevendo esse monte de baboseira tentando acalmar meu coração aflito e apaixonado de não fazer nada muito louco.

mas sei lá as vezes eu penso em alugar um carro e digerir por aí com um auto falante recitando seu poema “enfim o gelo quebrou, destrinchou o medo, apagou o óbvio” é assim que começa ne? tu escreveu isso no mês 3 e eu vi isso no mês 4, eu fiquei tão feliz, porque era o mês do meu aniversário e eu meu Deus como eu fiquei feliz de ler aquilo eu lembro que da última vez que fui a tua casa e nós(tu, eu só falei como seria mais fácil resolver) fizemos seu trabalho da faculdade e tu pós a mostra o poema como se fosse algo novo, mas não era. enfim. eu te amei tanto por isso. e te amo!

já dão 5;11 e eu passei esses minutos todo chorando só de lembrar como me senti ao ler isso, acredita que eu gravei teu poema? pois é! tu é uma bela de uma poeta. e eu me orgulho disso.

enfim eu já não sei mais o que escrever, só me deu uma saudade que eu não pude conter e eu vim escrever aqui, na esperança que daqui uma semana por curiosidade tu venhas ver aqui saber se escrevi algo novo e leia isso.

ei, não se endurece que eu também te amo. e muito.