O conceito de parceria

O momento em que negociar não significa ser de graça.

O processo de negociação sempre fez parte do mercado, seja qual for o segmento.

Existem culturas que o fato de você não negociar, é considerado uma ofensa. Sim, isso existe. Chega a ser uma arte.

Mas existe o momento onde a negociação se torna ponto fundamental e decisório, principalmente para o contratado. Você como contratado deve saber até onde pode ir na negociação do seu produto/serviço, considerando qual o percentual de sua margem que pode atingir, seja para ter um lucro mínimo ou até mesmo não ter prejuízo, objetivando uma meta traçada.

Deve-se também levar em consideração se a decisão de redução desse valor é estratégica, seja por visibilidade, volume… Assim um ajuda o outro. Isso chama-se PARCERIA.

Parceria = reunião de indivíduos para alcançar um objetivo comum; companhia, sociedade.

Como o próprio conceito diz, objetivo comum.

O conceito de parceria está sendo cada vez menos praticado no mercado.

“Ah, mas isso tem uma explicação, é a crise!”. “Não! A crise não tem nada a ver com isso!”.

Temos que nos adaptar ao novo cenário do mercado, seja por oportunidades ou momento de retenção de custos, mas toda e qualquer iniciativa também. O desafio é o mais prazeroso disso tudo, mas se não houver entendimento racional das possibilidades a serem feitas e transparência no processo de trabalho, a parceria vira um “braço de ferro” imoral.

Nos dias de hoje, a norma é pagar menos e exigir mais.

Quanto vale aquele profissional? Quanto vale aquele serviço? Quanto vale aquele produto?

Negociar não significa ser de graça.

A saída?

Todo relacionamento começa com um NÃO.

Autor: ⚡ Cadu Rocha

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