WikiLeaks revela Spyware criado pela CIA direcionado a todas as versões do Windows

Novo Spyware permite que um invasor tome o controle total de um computador.

Como observou recentemente a Microsoft, o armazenamento de explorações cibernéticas pela comunidade de inteligência tem sido motivo de grande preocupação para os especialistas em segurança cibernética, colocando em risco a privacidade e os dados de milhões de usuários. O WikiLeaks, hoje, revelou outro exploit usado pelas agências de inteligência americanas direcionada aos sistemas Windows.

Nomeado ‘Athena’, o spyware foi aparentemente criado pela CIA em conjunto com a Siege Technologies, uma empresa de tecnologia cibernética de New Hampshire. Athena permite que um invasor tome o controle total de um computador, envie e recupere dados dele para locais remotos, como servidores da CIA, exclua dados e também carregue outros códigos maliciosos para o computador, introduzindo assim mais infecções. Ele também funciona para qualquer versão do Windows do Windows XP para o Windows 10, marcando-o como particularmente potente tanto em suas capacidades quanto em seu alcance.

A operação do malware é explicada em mais detalhes a seguir:

Uma vez instalado, o malware fornece uma capacidade de balizamento (incluindo configuração e manipulação de tarefas), a carga / descarga de playloads maliciosas de tarefas específicas e a entrega e recuperação de arquivos para/de um diretório especificado no sistema de destino. Ele permite que o operador configure configurações durante o tempo de execução (enquanto o implante está no alvo) para personalizá-lo para uma operação.

Esta é a última vulnerabilidade do Windows criada por agências de inteligência que já foram divulgadas ao público. O recente ataque WannaCry foi o resultado de um vazamento e o grupo por trás desse vazamento ameaçou o lançamento de mais exploits no próximo mês. Tudo isso enfatiza a necessidade de um maior debate sobre a moralidade das agências de inteligência na criação de exploits e sua relutância em trabalhar com fornecedores de software para corrigí-los.

Fonte: NeoWin

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