À moda antiga
Rodrigo Orge
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Rodrigo, esse texto é fantástico! No ínicio da leitura pensei — lá vem ele com bovarismo —mas você me desmontou quando falou do antagonismo entre amar e possuir, de temer não ter aprendido isso por completo.

Logo depois fiquei intrigado —será que agora ele passou para uma supervalorização da estética, da escolha das palavras? — mas você terminou o texto com esses incríveis últimos parágrafos, reconhecendo que cada pessoa ama da sua maneira particular, e que podemos transmitir esse sentimento enquanto escrevemos (mas sem imediatismos).

Obrigado por escrever, amigo.

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