Ela me trouxe de volta

Ela sempre me disse, “continue a escrever”
E eu tentei, nem sempre consegui
Era difícil manter a inspiração
E eu procurava sem sucesso por essa sucessão

Quem diria que iria encontrar logo ali a inspiração
Por mais breve que possa ser
Você me fez querer, voltar a esse papel
Me deu um pouquinho de mel, 
Nessa vida toda amarga

Ela tem cara de meiga, mas também é muito brava
Não se engane, cara!
Ela pode te dar um nó, daqueles de marinheiro, sem dó!

Mas o dia fica mais bonito,
Mais alegre, e mais vivo!
Quando comigo ela vem falar…

Que pena que está tão longe
Na terra divina se esconde
Não do mundo, mas pelo menos de mim

Quero ir ao seu encontro, 
E ver assim em que ponto
Poderia construir memórias
Que sejam do nosso gosto.

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