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Se você continua seguindo para o seu objetivo, que mal tem visitar cidades vizinhas?

Você já teve a oportunidade de viajar sozinho?

Viajar sozinho é uma experiência muito diferenciada e que traz vivências diferentes em diferentes sentidos.

Desde a convivência consigo mesmo, a praticidade, a "solidão" (que considero muito interessante nesse sentido da viagem e podemos tratar num outro texto, num outro dia) e por aí vai.

Uma das coisas que mais me chamou atenção quando eu viajei sozinho foi a possibilidade de testar, conhecer, experimentar a visita a locais que não estava na minha rota, mas estavam no meu caminho.

Uma coisa é você desviar o rumo do seu mapa e virar ele de ponta-cabeça, outra coisa é conhecer tudo que ele pode te oferecer.

Quando traçamos um objetivo ou uma meta em nossa vida, principalmente quando estamos falando em propósito, carreira e objetivos de maior prazo, imaginamos que temos só um caminho a seguir.

Guardada a devida discussão sobre a cultura em que crescemos, está enraizado no nosso DNA a crença de que carreira é aquela que escolhi com 18 anos e assim será.

Então, por mais que conheçamos as opções e a pluralidade do mundo de hoje, por mais que vejamos um mapa com 10 rotas, não enxergamos todas, só aquela uma destacada.

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Claro, ter uma rota principal é ótimo pra não se perder, mas quão importante é entender qual é o nosso NORTE?

Pra onde eu quero ir? O que é que eu quero encontrar lá? Por que eu quero ir pra lá e pra que eu quero chegar lá?

E nessa caminhada, eu estou disposto a encarar o caminho e o que ele me apresenta até chegar no meu destino final (final por hora, nessa viagem, claro)?

Que mal existe em testar opções, buscar as rotas alternativas, entender o que ainda não se entende durante sua caminhada?

E se nessa caminhada você resolver visitar as cidades vizinhas e aprender algo diferente por lá? E se descobrir um talento em algum ponto do caminho?

E se o caminho mudar algumas de suas percepções e afiar outras? Coisa boa, não é?

Você pode se perder? Sim se estiver sem mapa.

Pode encontrar o que não quer? Sim, mas se isso acontecer, terá a chance de descobrir e confirmar o que não quer. Um lugar a menos riscado no seu mapa.

Pode dar errado? Sim, mas você aprendeu o que pode sair errado para não repetir na próxima etapa da viagem.

Em resumo, na pior das situações, você pode aprender.

Quando estamos falando em uma viagem, toda experiência é uma chance de aprendizado e todo aprendizado tem sua função no nosso caminho.

Traçar rotas e saber aproveitar as nuances do caminho noz faz sermos melhores.

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Eu sou um pesquisador sobre o que nos faz sermos melhores. Clique aqui para conhecer meu trabalho.