As 3 linguagens do pesquisador.

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Esses dias liberei aquela nova função do Linkedin sobre aconselhamento profissional. Basicamente você dá espaço para pessoas que gostariam de trabalhar na sua área de expertise fazerem perguntas.

E quem está afim de trabalhar com pesquisa sempre tem perguntas parecidas: por onde começar, onde estudar, cursos, livros, habilidades fundamentais.

Puxa, é tanta coisa que dá para ser dita sobre o assunto. Mas, dia desses, lendo o (ótimo) livro The Field Study Handbook, me deparei com um conceito interessante sobre as diferentes linguagens que um pesquisador precisa ser mestre para conseguir dominar qualquer tipo de projeto eacho que é uma ideia ótima para quem quer desenvolver skills de pesquisa.

São 3 linguagens: a dos usuários (o público que está pesquisando), a do assunto (tema que você está querendo entender) e do cliente (o que quem solicitou a pesquisa quer, o que ele valoriza).

E eu não posso concordar mais. Durante esses anos trabalhando na área, toda vez que consegui lidar bem com as 3 linguagens, os projetos foram bem sucedidos.

O que é legal de pensar também é que nem sempre as 3 linguagens são demandadas com a mesma intensidade num mesmo projeto. Alguns projetos requerem mais domínio da linguagem do usuários, outros do cliente e assim por diante.

Então, se eu puder dar uma dica para quem está começando: desenvolva as 3 linguagens o mais rápido possível. Não despreze nenhuma, mesmo sendo algumas mais interessantes que as outras. Só dominando as 3, você vai conseguir ser um pesquisador completo e capaz de fazer a diferença nos projetos que estiver envolvido.

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Consumer insights for Innovation // Founder at Scoop & CO.

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