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O pior de tudo é ler isso na entrevista do CEO do Terra:

O executivo destaca que a empresa não atravessa dificuldades financeiras e o Terra não está acabando. A receita publicitária, segundo ele, corresponde hoje a menos de 20% do negócio e nunca esteve acima de 30%. A maior parte dos dividendos são serviços que o Terra fornece — como e-learning e antivírus — que remontam à origem do portal como provedor de acesso à rede. O comunicado cita a continuidade dessas operações, citando as áreas de “Mobile VAS e Digital Services, que juntas representam mais de 80% da receita da empresa”.

Será mesmo que o Terra vai conseguir se manter vendendo serviços como “e-learning” e antivírus? Será que estes mesmos serviços não serão engolidos em questão de pouquíssimo tempo?

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