Caio, beleza, é o léo.
leobr
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Salve leobr

Antes de entrar nos pontos, só ressalto que estamos fazendo um experimento que tem dois objetivos: fortalecer as campanhas desses 8 pré-candidatos ativistas, e criar um processo de aprendizado coletivo que nos permita rodar outros experimentos mais pra frente.

e tb ressalto que isso aqui é minha opinião pessoal, não da Bancada.

aos pontos:

  1. Sim, reforma política não é pauta na câmara municipal, mas temos alguns pré candidatos que olham fortemente para a questão do regimento interno da câmara, e visualizam avanços nesse sentido — como o Pedro Markun. A Bancada Ativista em si, como experimento focado em eleições, não está fazendo esse debate por hora.
  2. Não discutimos, propositalmente, o pós eleições. Isso pode parecer uma fragilidade, na linha do "o que garante que eles vão ser bons vereadores?". Mas nós acreditamos, e escolhemos os pré-candidatos que vamos apoiar baseado em i)seu histórico de atuação na sociedade civil e ii)o nível de confiança que nós temos em eles como indivíduos. Esse pré-candidatos só serão eleitos tendo um amplo diálogo com suas bases sociais e com a sociedade como um todo. Ou seja, por seu histórico e pelo processo de eleições, eles vão ser mandatos abertos à sociedade civil. Por isso não precisamos, a priori, que a Bancada tenha cargos nos mandatos, mas sim que os mandatos dialoguem abertamente com a sociedade civil. Sobre a relação entre os partidos, não temos a pretensão de resolver isso. O que temos é a clareza e compromisso dos candidatos em torno de pautas progressistas no geral e um processo eleitoral que gera proximidade. Apostamos que essas duas coisas permitem com que, se eleitos, os candidatos se reconheçam e atuem conjuntamente dentro da câmara dentro de pautas em comum.
  3. A Bancada não apoia financeiramente. Estamos atuando na linha do voluntariado e de forma a beneficiar sempre todos os pré-candidatos apoiados (ou seja, as demandas específicas de cada candidatura se resolve nela mesmo ou em seu partido). E hj estamos fechado paraapoiar novos candidatos, pois o custo de trabalho e o custo político de abrir são grandes. Já temos um desafio enorme como está, e precisamos focar energia no que mais importa — dar suporte pra essas candidaturas, e envolver pessoas nesse processo de aprendizado coletivo. Sobre o espectro ideológico, o movimento trabalha em cima do progressismo. Quando começamos o processo, sondamos ativistas que iam se candidatar em nossas redes ampliadas. encontramos o que estamos apoiando (e um par mais que desistiram ao longo do processo).

vqv

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