Sagrada Frequência

Lá dentro do mato,

Um rio corre lento e caprichoso,

E o Sol entra cuidadoso

a beijar as folhas em silêncio.

Há um santuário, escondido nas entranhas

curvas do que se é

Onde um caudaloso som de plenitude

Beija o canto das rajadas de vento

É o encontro de dois leitos:

o do Saber e o da Fé.

Não a todos foi dado

O dom, ou a sorte

De enxergar esse encontro bento

Vencer o medo do que é vivo antes do tempo

Fazer as pazes com a morte

É a nossa fonte da juventude.