Video-joguinhos :)

Faz tempo já que mulher-gamer já não é mais um alienígena de 3 cabeças, 7 braços, peitos enormes que sai atirando em qualquer coisa, acho que hoje elas (talvez eu possa escrever nós aqui) são no máximo alienígenas.

Sim, tem uma porção de problema ainda nesse universo, mas há de se reconhecer (e glorificaaaar) os pequenos avanços na mente dos “serumaninhos” (e não me refiro só aos jogadores)!

Sábado fui com o Guilherme Pires de Moraes comprar um terno e resumindo a história compramos um PS4! Fomos, ambos, super bem atendidos, e tanto o pessoal da loja quanto outros jogadores, que assim como nós estavam dando uma olhada nas novidades, não fizeram qualquer tipo de distinção na situação. Eu não acho isso nada de mais, deveria ser comum, afinal tendo polegares você pode ser como for que consegue jogar sem restrições (melhor ainda, hoje até quem tem limitações físicas tem a oportunidade de se divertir com esses maravilhosos joguinhos!). No entanto nem sempre é, ou foi assim.

Reconheço que não sou uma exímia jogadora, tampouco assídua. Jogo quando posso, quando tenho vontade e como consigo, e ADORO jogar assim (até mesmo assistir os outros jogando é uma ótima experiência pra mim, sério!). Recentemente conversava com uma amiga sobre isso, e no meio da conversa ela me disse que queria jogar mais, mas não sabia como fazer..

E agora sim chegamos ao ponto desse texto: quantas pessoas (não vou delimitar gênero) assim como ela, com vontade de começar, e que não o fazem? Por quê?

Meu irmão sempre me chamou pra jogar com ele, meu namorado idem, mas quantas pessoas que poderiam se divertir, juntas e não o fazem? Medo? Falta de incentivo? Preconceito?

Não tô aqui pra reclamar de homens que acham que mulher só gosta de jogar Mário, nem de mulheres que julgam outras mulheres por gostarem de dar umas porradas e fecharem quests. A ideia é só refletir. Será que você, que gosta de games, já tentou ajudar alguém a fazer isso também?! Será que você, que diz não gostar tentou aproveitar a experiência e se divertir? Ás vezes a gente precisa pensar um pouquinho no outro ;)

O importante é se divertir (e deixar o outro fazer isso do jeito dele!)

One clap, two clap, three clap, forty?

By clapping more or less, you can signal to us which stories really stand out.