"Preciso que você volte a respirar,"

me disse uma voz sem rosto

que quem era, eu sabia.

Pensou no que me pediu, será?

Pra encher os pulmões de ar,

feito balão,

e não voar.

Pra dar espaço ao meu lado de dentro

e não desperdiçar.

Alongar o peito, encher o corpo —

Inspirar o coração, não.

E, sim, o ar.

Um pedido imediato

por um ato

de todo dia.

Me pedia

o que não podia

evitar.

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