DEJAVUS SÃO BENJAMIMS.

Não sigo compasso novo.

Tudo que me encanta vem antes;

Do suspiro primeiro,

Desse meu peito bufante.

Um grio ecoou nos primórdios do meu tempo

(Que se possa contar)

Era dor de saudade do meu verdadeiro lar.

Dizem me os outros

Que esse meu passo tropeço,

Esse meu falho começo,

São falta de atenção.

Eu respondo com clareza:

É saudade meu irmão.

Ponto forte,

Macumba braba,

Ninguem me tira essa mortalha.

Só se desenvolvendo, fio por fio

No frio que esvazio.

Saio por ai chorando,

Exigindo voltar.

Sem saber que o segredo é mesmo assim continuar.

Dejavus sao beijamins nas tomadas do universo,

É por partir-me de saudade que componho o meu verso.

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