“ A verdade está lá fora ” — Frase presente na abertura do seriado “Arquivo X”

Essa frase nunca foi tão certa. A vida indubitavelmente não surgiu aqui ao acaso, ela apensa chegou aqui de alguma forma e encontrou condições de evoluir. De onde ela veio? Não se sabe… Alguns acreditam que em algum momento Marte ou Vênus é que seriam ricos em condições para abrigar vida, talvez o impacto de asteroides os devastaram e acabaram por “espalhar” a vida pelo sistema solar até chegar a Terra. Outros dizem que ela veio através de cometas, chegando até nossa atmosfera completamente congelados e a medida que descongelavam a vida ia encontrando um meio de evoluir. Creio mais na última hipótese.

Um padrão em meio ao caos?! Não seria hora de parar de olhar tanto para nos mesmos, nos fazendo perguntas que nunca vamos ter as respostas e olhar mais lá pra fora? Tentando nos enxergar como espécie e principalmente olhar para todo o nosso passado para ver como estamos todos caminhando ao abismo todos de braços dados e buscar alguma forma de “virar o jogo”. Pois as vezes parece que nossa única “salvação” seria a vinda de alguma forma de vida extraterrestre evoluída até aqui jogar a real na nossa cara mas eles provavelmente iriam nos classificar como “ameaça” ao ver o que estamos fazendo com o planeta e a nos mesmos antes de qualquer chance de “dialogo”… Mas parece que o importante para alguns são os seus pequeninos egos inflados juntamente com seus “umbigoscentrismos”.

Princípio da correspondência

As vezes o que parece “loucura” ao status quo, é uma “verdade universal” para antigos filósofos de eras perdidas e que agora a ciência está validando. Coisas que o homem formulou antes mesmo que todos nossos antepassados deixassem de ser apenas nômades caçadores agora estão sendo comprovados cientificamente. Porém muito de valioso sobre esses ensinamentos foram ou perdidos ou deturpados com o passar do tempo, para os mais diversos fins (vide o padrão dogmático das religiões).

O autoconhecimento pode ser melhor obtido após a contemplação daquilo que vemos no mundo físico e mental, tudo é mente. Tudo vibra. Negar coisas básicas que sentimos desde muito cedo é negar a nossa real natureza. Nossos traços ancestrais, assim como os do cão, por vezes se manifestam em nosso dia a dia. Territorialistas, dominantes, impulsivos, curiosos, inquietos, são algumas de nossas características mais primitivas que podemos citar. Alguns por vezes tomados por tais impulsos e dislexos à realidade, fantasiam e “romanceiam” tais comportamentos na tentativa de explicar o inexplicável. Não cabe a mim julgar a cada um e sim ao psiquiatra.

Não perca o caminho, não balance descompensadamente na tênue corda bamba do existir. Um passo em falso e já era.