Um “mergulho” em minha história

Olá pessoal da Johnson & Johnson! Tudo bom com vocês? Do lado de cá está tudo ótimo e eu gostaria que vocês me conhecessem mais um pouco. Eu sou o Carlos Lima, Engenheiro Químico por formação e guerreiro, resiliente e mente aberta por vocação. Segundo meus amigos e familiares, além de possuir as características que mencionei, também sou considerado de forma marcante como a pessoa que sempre elabora planos de execução para as tarefas sejam elas na esfera pessoal ou profissional. Além disso, se algo não sai conforme o planejado eu sou o primeiro a abrir novamente o mapa e traçar novos caminhos para atingir meus objetivos, afinal, na vida prática, seja com amigos e familiares seja no ambiente corporativo, nem sempre a linha reta é a menor distância entre dois pontos não é mesmo?

Durante minha jornada acadêmica e profissional, meu currículo já lhes contou que me engajei com um projeto de monitoria voluntária na minha universidade, que fiz Iniciação Científica por um período e que também possuo experiência como estagiário em um projeto de inovação. Contudo, ele não é 100% eficiente em mostrar o ser humano que está por trás dessas experiências descritas sucintamente em uma folha de papel. Por exemplo, ele não ressalta o quão orgulhoso eu sou de ter tido uma oportunidade como docente durante a monitoria. Essa foi a minha primeira experiência de liderança na vida e com os alunos eu pude melhorar e muito minha capacidade de falar em público e de saber ouvir as outras pessoas e, com isso, desenvolvi a competência de me colocar no lugar delas para entender suas dificuldades e fraquezas para, assim, oferecer soluções personalizadas que pudessem melhorar seu desempenho na disciplina e juntos pudéssemos ter sucesso no nosso objetivo final: passar na disciplina e dominar o conteúdo. Outro ponto que sou bastante orgulhoso de ter feito parte foi da primeira equipe de estagiários do Núcleo de Modelagem e Simulação — uma espécie de startup para o desenvolvimento de planilhas eletrônicas automáticas para simulação de equipamentos industriais. Durante esse período eu fui apresentado a um ambiente completamente novo: as linguagens de programação e as “dores” e “delícias” de desenvolver programas de computador para empresas de engenharia que buscavam nossos serviços. Posso afirmar com certeza que foram mais “delícias” do que “dores”, pois me desafiei nesse novo ambiente e encontrei pessoas que acreditaram em mim no meio do caminho e que me ajudaram a crescer tanto pessoalmente quanto profissionalmente, seja com conselhos e feedbacks seja com capacitação no ambiente corporativo. Destaco meus primeiros passos no estágio, onde não conhecia praticamente nada referente a programação, mas pude aos poucos, dia após dia, ir crescendo junto com meus colegas e isso me fez desenvolver um aprendizado que carrego sempre comigo desde então: o hands-on para ir aprendendo à medida que for fazendo.

Na minha caminhada, um ponto que faria diferente é ter buscado um curso de autoconhecimento antes do momento que fiz. Considero o curso como um dos turning points da minha vida, pois com ele pude passar por uma imensa transformação que me marcou profundamente. Depois do curso, aprendi que possuo muito mais potencial do que acreditava ter, passei a ser capaz de enxergar como o meu passado me ajuda bastante a traçar minhas metas para o futuro e, além disso, aprendi a direcionar melhor minhas energias no momento certo e no local certo para atingir minhas metas.

Quando o assunto é hobbies, gosto de citar dois deles, onde realmente “perco” muito tempo nas horas vagas pesquisando e conhecendo: aviação e tênis (modalidade esportiva). Apesar de não jogar, o tênis e seus jogadores me ensinaram a ter mais foco nas minhas metas e também através dos praticantes do esporte aprendi a chamada inteligência emocional que permite com que eu tenha sempre meus objetivos na mira e evite ao máximo que eventos externos façam com que eu me desconcentre, assim como, um jogador dentro de quadra que não pode permitir que assuntos extra quadra afetem a sua performance. Já quando se trata de aviação eu procuro sempre que posso ler muito sobre ela e aprendi que qualquer ser humano é capaz de fazer o que quiser, mesmo que pareça impossível para alguns. E não é que é verdade? Várias pessoas duvidaram do Santos Dumont e ele foi lá e mostrou que a humanidade era capaz de voar como os pássaros.

E é exatamente assim e me utilizando da aviação que eu trago a minha justificativa para ser Trainee J&J. Eu busco uma empresa onde eu possa literalmente “voar com o meu 14-bis”, tendo espaço para crescer tanto profissionalmente quanto pessoalmente. Além disso, eu busco a Johnson & Johnson, porque na minha carreira eu quero estar presente em uma empresa que vem impactando a vida dos brasileiros há tanto tempo e que é sinônimo de credibilidade e respeito.

E o meu propósito de vida? Bem, tenho uma meta ambiciosa com relação a isso, mas ao mesmo tempo considero que não seja algo impossível de acontecer. Quero ser lembrado como uma pessoa que inspira outras pessoas e que pode motivá-las a alcançar seus sonhos através da minha história, afinal, como diria o Santos Dumont: “O homem há de voar” e se eu puder contribuir nesse “voo” da humanidade e das corporações me sentirei inteiramente honrado e realizado.

Espero que tenham gostado da minha história e que tenha sido um agradável “mergulho” na minha caminhada. Espero muito vê-los em breve sendo Trainee da J&J.

Até a próxima!

Carlos Arthur Alves Lima.