Carlos Barth
Aug 22, 2017 · 1 min read

Me lembrou o discurso do Chaplin no filme O Grande Ditador.

“Nós desenvolvemos a velocidade, mas sentimo-nos enclausurados:

As máquinas que produzem abundância têm-nos deixado na penúria.

O aumento dos nossos conhecimentos tornou-nos cépticos; a nossa inteligência, empedernidos e cruéis.

Pensamos em demasia e sentimos bem pouco:

Mais do que máquinas, precisamos de humanidade;

Mais do que inteligência, precisamos de afeição e doçura.”

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    Carlos Barth

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    Engenheiro de profissão, escreve nas horas de folga. Escritor na Revista Subjetiva com trabalhos publicados nas revistas Philos, Subversa e Literalivre.