Fim

Cada fim carrega em si o novo

É a pausa dramática que nos assola

Para melhor vermos o que virá

A falta de ar que nos assalta

Para melhor ouvir o que se achega

Está aí para desatar os nós

Do que não pode mais ser medido

Está aí para desenredar

O que não pode mais ser contado

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30.01.2011

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