Melhores letras do Dylan (1964–1976)
Eduardo Friedman
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Vi muita gente ironizando a escolha de Dylan como Nobel citando trechos avulsos que não sobreviviam à extração de contexto, o que por si só já era uma cartada maldosa para dar a entender que a coisa toda foi um equívoco. Até aceito que alguém argumente que foi um equívoco, desde que o faça com rigor e com método, e por isso gostei tanto deste texto, que se detém exaustivamente sobre as letras de Dylan e apresenta um norte comum para que a discussão possa se dar. Grande artigo.

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