De repente eu pulo
Um grande salto
Abaixo pode ser um grande abismo ou uma poça d’água 
Em qualquer um pode-se ver o reflexo do céu, uma imensidão azul
O q acontece é que os pés não pisam no chão
Eu sinto meus pés no ar, há dias, semanas, meses, anos… 
Olho de cima aquelas vidas, tal qual Quasimodo no campanário 
Mas os sinos que eu toco não têm som, só um vibração na boca do estomago
E eu continuo lá parada no ar parecendo um personagem do Matrix

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