50% das profissões de hoje serão obsoletas em 2025. O que fazer?

Você tem percebido uma revolução interna acontecer na sua relação com o trabalho? Os próximos parágrafos podem te ajudar a entender o que está acontecendo. E saiba: você não está sozinho!

Estima-se que 60% das profissões que dominarão os próximos 10 anos ainda não existem, segundo o jornal The Independent. O CBRE Institute publicou uma pesquisa que diz que 50% das profissões de hoje se tornarão obsoletas até 2025. Mais do que uma mudança de era, estamos vivendo uma era de mudança.

Diversos estudos apontam o fim do que conhecemos como “carreira”: uma trajetória profissional dentro de uma área de atuação específica. (Leia mais sobre isso aqui, nesse post do Daniel Orlean.) O mercado está mudando com uma velocidade nunca antes vista.

Pra incrementar o cenário, a crise econômica, social e financeira é, em seu âmago, uma crise de valores que, atrelada ao avanço tecnológico, está transformando profundamente a maneira de viver em sociedade. Se desejamos garantir a vida das próximas gerações da espécie humana na Terra, precisamos com urgência sermos mais responsáveis e conscientes das consequências que nossas ações geram. E, se passamos ao menos metade de nosso tempo acordados da vida adulta trabalhando, o que produzimos precisa estar alinhado com um novo paradigma, onde a economia sustenta a vida, em contraponto ao que vivemos desde a Revolução Industrial, onde a vida sustenta a economia.

Então, repensar a relação com trabalho tem papel primordial na construção desse novo paradigma emergente. Hoje, 72% dos brasileiros está insatisfeito com o trabalho e 93% dos Millenials no mundo acreditam que só um salário no fim do mês não é mais suficiente. Precisam de senso de propósito, de estar contribuindo efetivamente para o mundo para muito além da geração de emprego e ganho financeiro.

Para ser resiliente frente a essas mudanças, é necessário olhar para dentro e se conectar com sua real vocação, aquilo que você veio fazer no mundo, a partir de uma investigação profunda de seus valores e talentos, alinhando o que você ama fazer ao que o mundo precisa que seja feito. E, por sermos parte integrante e integrada ao mundo, quando genuinamente nos conectamos ao que amamos, naturalmente é algo que traz algo de positivo, pois nossa natureza é cooperativa. Nosso trabalho é nossa maneira de se manifestar no mundo. Assim, se faz essencial se desfazer do que não somos, de tudo que sustentamos de mentiras internas, de nossos paradigmas escolarizados e escolarizantes (leia mais aqui sobre isso, numa entrevista com Ana Thomaz) para podermos alinhar nossas vidas a nossas vocações, que é aquilo de único que viemos trazer para o mundo.

Mais do que um jornalista, um engenheiro ou um advogado, você é um ser humano que, essencialmente, quer ser feliz. E, para ser feliz, seu entorno precisa estar saudável. E aí, a pergunta “você trabalha com o quê?” passa a ser “você cuida de quê?”. Os rótulos profissionais caem e sobram pessoas, multitalentosas, nutrindo o que as nutre, cuidando do que as cuida, trazendo vida à vida para muito além de uma profissão.

Deixemos de falar de profissões e falemos de vidas.

COMO VOCÊ SE SENTE VIVO?


Para cuidar de tudo isso criamos O Salto, uma vivência de final de semana que investiga os porquês coletivos e individuais desse movimento interno e externo de mudança, buscando os motivos que fazem você se sentir paralisado ou com medo de fazer uma transição profissional, bem como quais são suas vontades e talentos. Falaremos desse novo mundo emergente e, trocaremos com profissionais que empreenderam o que fazia sentido pra eles! Vamos investigar as possibilidades de se viver uma vida integral, onde pode-se viver também na sua profissão seus valores mais verdadeiros.

Se você está interessado em viver sua vocação integralmente, mas não sabe por onde começar ou tem medo de se jogar no ainda desconhecido, venha conhecer pessoas e ferramentas para fazer esta transição!

O que já foi dito por participantes das últimas 3 edições:

“Em síntese: foi transformador. Abriu as janelas da alma para possibilidades que antes sequer conseguia enxergar.”

“Foram dias e experiências muito intensos. Lembramos da importância de nos reconectarmos com nós mesmos e nos conscientizamos do que de fato precisamos para viver de uma forma harmônica e plena com nós e com o mundo.”

*Quando? Dias 20,21 e 22 de novembro
*Onde? Awaken Love House, Santa Teresa
* Educadores: Carolina Bergier, Fernanda Leite, Renata Bucair, Julyana Gallieti, Guilherme Lito, Wagner Andrade, Hamilton Henrique e Nathalia Massi
* Mais informações aqui

Quer ver como foram as edições passadas?