Prédios, ônibus, carros, bicicletas, buzinas, ternos, música de rua, cheiro de café, semáforos, faixas e gente, muita gente. Era como se todo mundo ali tivesse um destino, tivesse um porquê de estar na Paulista e somente eu não a usava como um meio para chegar a outro lugar. Eu queria estar ali. Era como se eu fosse o único espectador daquilo tudo, senti-me assistindo a um filme sozinho no cinema.
O que ninguém tinha me contado sobre SP
Junior Ales
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sobre como eu (sobre)vivo em São Paulo todos os dias