25 de Julho

Ele beijava minha boca com tanta sede e eu queria mais. Sem perceber, estacionei meu coração naquele cais.

O marinheiro era porto prá minha solidão. Naquela noite que se entregava, me lambia, me desejava, amanheceu e pegou a estrada.

Parecia conto de fadas. Não existiu e não vai dar em nada.

Já deu: um marinheiro sem mar, uma mulher sem par, um encaixe perfeito só prá lembrar.

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