não existe solidão na poesia
tenho as marcas do relógio
em passatempos de remédios
meço meu ódio
em minutos de tédio
sobre a pele
escrevo poesias
despeço tudo que pedi
ganhei
te devolvo em verso
o que no fundo
esmaguei
despeço
despido
mais desvirado
do que virado
menos certeza
do que dúvidas
Era mais uma tarde de domingo do ano de 2013. Aquelas que a gente compartilha o chimarrão no final da tarde…