A magia de ser professor

Pois é, quem diria… com 29 anos de idade talvez eu tenha atingido o auge da minha carreira, ser professor de Pós Graduação… alguns outros momentos também considero meu auge rsrs da pra ter mais de um? Enfim.

Eu já leciono para a graduação desde 2013, já se vão 5 anos como professor e tudo isso começou quando eu tinha 24 anos, porra… já é uma vitória!

E o que mais me fascina em lecionar, é ver os olhinhos brilhando com uma nova descoberta, é ver eles prestando toda a atenção no que você está falando, a responsabilidade disso é enorme, tudo que sai da sua boca pode formar, mudar, transformar totalmente o caráter daquela pessoa de certa forma, dali pra frente ele vai pensar “quero ser igual ele!”.

Neste último final de semana de 11/08/2017 à 13/08/2017 tive a honra de lecionar no Instituto de Especialização do Amazonas ESP no curso de Perícia Digital, Investigação e Computação Forense, onde pude conhecer professores maravilhosos, um povo (de Manaus) maravilhoso e claro, alunos maravilhosos. Alunos que, talvez tenham me surpreendido de tal maneira, que só me fez ter mais vontade de continuar, pois já tive alunos que infelizmente não sabiam o valor de uma sala de aula.

Uma turma grande, num lugar que eu nunca imaginava ter tanta gente interessada em temas tão distantes, muitas vezes me perguntei “será que isso é real?” Sim foi real, tão real que a galera pediu pra tirar foto comigo:

(esquerda) A turma toda e eu, (centro) Leonardo e eu, (direita) Eu e o Galileu.

Porra, virei celebridade? Não, é só o reconhecimento de um valor. É só uma pessoa te agradecendo por você contribuir de alguma forma na vida dela. É só um registro do que aprendi que, professor é imortal, de certa forma você jamais será esquecido por aquelas pessoas, você fez bem a elas, você mostrou sua forma de pensar, de ser profissional, de ter defeitos e reconhecê los a fim de evoluir a cada dia, você mostrou que só é possível dar um passo adiante, quando nos destruímos para nos reconstruir ainda mais fortes. E eu não sabia mas, aprendi a buscar ser eternizado na memória de pessoas sem ser uma “celebridade”, mas sim por reconhecimento de compartilhar o conhecimento.

Esse momento não teria sido possível sem a ajuda de pessoas que, com certeza compartilham do mesmo pensamento que eu: José Milagre, Luiz Mallmann e Thiago Bordini que diretamente contribuíram com esse momento, e outros que, de forma indireta também me ajudaram muito.

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