E foi assim que tudo começou…

Para Clarisse: minha grande amiga, eterna namorada e agora, oficialmente, minha esposa.

No dia do nosso casamento não houve marcha nupcial, mas houve música. Não no Spotify, nem nos fones de ouvido. Na verdade, era eu assobiando e cantarolando de um jeito meio bobo que a gente só faz quando está muito feliz, sabe? Pois é.

No dia do nosso casamento não houve chuva de arroz, papel picado ou bolhas de sabão. Porém, tudo ao redor parecia uma festa. Não sei se você percebeu, mas as pessoas, os carros e até as nuvens que cobriam Belo Horizonte ensaiaram uma coreografia só pra nós dois. Uma valsa particular.

No dia do nosso casamento ninguém libertou pombas brancas pelo céu, mas não faltaram bem-te-vis repetindo que te viram. E como eles poderia evitar? Seu nome não é Clarisse por acaso: você é pura luz, iluminando meu caminho e deixando bem claro que eu tive muita sorte ao te encontrar.

O momento em que nos casamos foi especial e mágico, mas não foi hoje, quando assinamos os papéis que oficializaram nossa união. Também não será em 2018, ano do nosso aniversário de cinco anos juntos, quando faremos uma cerimônia tão simples quanto a vida pode e deve ser.

Pra mim, o dia do nosso casamento foi 13 de julho de 2013, o sábado em que você disse “sim” para a pergunta “quer namorar comigo?”. Na hora nós não colocamos alianças na mão esquerda, mas eu gravei meus votos, aqui, no lado esquerdo do peito. Naquele dia eu comecei a te amar.

Pelo brilho marejado dos seus olhos, eu soube que era recíproco. Pelos sorrisos que compartilhamos, eu soube que era verdadeiro. E por tudo que passamos desde então, eu sei que é pra vida toda: na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, na riqueza e na pobreza, até que a morte nos separe.

Amo você, Clarisse! ❤

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