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É armadilha, Bino!

Cair na dualidade do “nós e eles”, da “elite Branca versus pobres”, de “paulistas versus nordestinos” é uma falácia que a campanha petista implantou intencionalmente no Brasil para servir como bomba de tempo ao seu propósito de poder. Se você dá atenção e acredita nisto, desculpe-me leitor, preciso dizer que nem Papai Noel e nem Coelho da Páscoa existem: você caiu numa armadilha.

Quando escolhi ser um profissional da História, fi-lo por gostar de informação. Considerava ainda o Direito ou o Jornalismo. Para cursá-lo precisei mudar do interior para a capital; além disso, na minha família, tanto materna quanto parterna, meus ascendentes não fizeram curso superior, faltando-lhes as referências que só o ambiente acadêmico pode oferecer para serem indiretamente transmitidas a mim. Por conta disso, não foi nada fácil lidar com o ritmo das aulas nos primerios anos.

O meu departamento de História era de tradição Marxista — hoje não mais. Aquilo me causava muita estranheza e seria totalmente aplicável se o termo "esquerda caviar" existisse naquele tempo. Alguns dos meus colegas eram de partidos de esquerda e diziam abertamente que enquanto cursavam a faculdade faziam campanha política, cooptando pessoas para se filiarem ao partido. Era uma estratégia explícita. Eu os chamava de "embriões de políticos" e hoje alguns são "profissionais".

O movimento de esquerda baseado no marxismo-comunismo nunca me convenceu. Havia muita contradição no discurso dos "embriões de políticos" bem como em suas práticas. Certa vez respondi a um desses bem chatos e religiosamente catequisados pelos marxismo doentio que parasse de usar tênis Nike e viesse de ônibus ou a pé como eu. Todos estes “esquerdinhas caviar” tinham condições financeiras melhores que a minha. Além disso, era muito estranho o que via nos livros. Mas uma boa semente foi plantada naquele período e seu germinar me ajuda desde então.

O marxismo foi distorcido e tornou-se uma vertente política "religiosa". Ele fundamenta o falido comunismo e esse prega que o sistema de governo precisa ser exercido por meio de uma ditadura. Por esta simples razão, desde aquela época optei por uma vertente política democrática e estadista, que se preocupa tanto com o tempo presente quanto com as gerações futuras.

Assim, por fundamento e convicção, não consigo votar em nenhum partido político de orientação marxista-comunista. São eles: PT, PC do B, PSTU, PSOL, PCB, PCO. A sua prática de governo passa pela ditadura ou, de forma mais bonita, pela opção totalitária como forma de exercício do poder.

Hoje, para mim, são claros os movimentos políticos dados ao Brasil. Eles seguem a nova forma de ditadura, onde o sistema democrático é utilizado para modificar constantemente as leis para a implantação de um governo totalitário. São as ditaduras democráticas. O mundo de hoje não admite mais golpes de poder, logo, é preciso uma nova forma inovadora e criativa para implantá-lo e nada melhor que usar os meios democráticos para tal fim escuso.

Assim, meu caro, reflita: Somos todos um: nordestinos, sulistas, nortistas, ricos, pobres, índios, mulatos, empresários, trabalhadores… nossa luta precisa ser contra o que nos divide e contra as mazelas que nos afligem. Temos que exigir que todos os brasileiros tenham vida digna. Temos que exigir que nossos impostos retornem em serviços e em projetos que deem a cada brasileiro uma perspectiva de futuro. Que a renda seja bem distribuída, que negócios sejam justos. Temos que lutar por cada brasileiro-irmão, estendendo-lhe a mão. Somos um só povo, uma só nação. Mexeu com um mano nordestino, mexeu comigo, que sou do sudeste!

Não se permita a isto. E se ouvir mais pessoas repetindo este odioso discurso implantado pelo PT, peço para ter compaixão e dê palavras de esclarecimento e elucidação àqueles presos neste falso discurso que usa muitos para atender a interesse de poucos.

Tenha amor próprio, não se permita a ficar preso nesta armadilha.


Leia duas matérias que saíram nesta semana que mostram explicitamente as contradições:


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