Em 2014 a Internet apagou vinte e cinco velinhas, e a realidade é que nem as maiores nem as menores agências conseguiram encontrar uma forma de trabalhar de maneira integrada. Alguns grupos compraram seus braços digitais, outros investiram em mídias sociais, até mídia programática entrou no samba. Não adianta. Sempre haverá conflitos que vão impedir o funcionamento azeitado da integração, seja a síndrome do “não fui eu quem criei”, a compra de mídia, a disputa de espaço no cliente, ou simplesmente a dificuldade em criar e estabelecer um modelo que funcione.

Sim, muita gente fala da tal ideia sem formato, da criação independente da mídia que vai ser produzida. O fato é que dificilmente o cliente vai trazer um briefing puro, sem ter pensado em “fazer TV aberta” ou “um aplicativo pra celular”. Mesmo porque, quando bate na porta de uma agência tradicional, o cliente pede um filme para TV. Da mesma forma que procura uma agência digital quando acha que a solução é um site, plataforma ou uma campanha de pre-roll.
Quantos clientes nos últimos 12 meses pediram para sua agência resolver um problema real de produto ou vendas sem solicitar uma campanha? Nenhum, aposto. Afinal, se ele precisa de uma campanha, veio ao lugar certo. …

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