A tela reflete em meu rosto. Hoje me pego digitando frases soltas em um celular. Lá fora, o calor ressoa. Vento, não há.
A escuridão domina. Vejo apenas meus dedos, aflitos, a digitar.
A cabeça, em turbilhão, pensa em como dizer não pra toda confusão. Ser gente é coisa de outro mundo.