No “amor moderno”, você joga ou se joga!?

Sim, tratatemos do mesmo assunto com um título clichê.

Nos últimos anos, passei por algumas mudanças que me trouxeram até aqui. Meio bagunçado, mas cheguei…igual todo mundo! 
Infelizmente pra chegar até aqui, aparentemente entramos em um jogo que nem queríamos jogar. Sim, aquele que você sempre abominou. O tal do jogo do desinteresse, o popular “joguinho”.

Seja essa pessoa. Se mostre interessado. É bem mais gostoso.

Parafraseando uma amiga, todo mundo faz o jogo. 
“Virou parte do que você tem que fazer. Pq quem não faz, vira a pessoa chata, grudenta, sem espírito de liberdade e todas aquelas outras merdas que as pessoas ‘abominam’. A galera abomina tanto o famoso ‘demonstrar’ que sei lá, chega a ser irritante. Tipo, se você está numa mini época de demonstração, a pessoa te taxa disso pro resto da vida e, de repente, você é uma pessoa errada. Ou ficar supervalorizando a porra do ‘carpe diem’. Ninguém pode mais ser o que é hoje em dia. Assustador isso.”

E você percebe o quão sentido faz isso. E nota o quão grave estão as coisas pra você aí, que prefere não jogar. Ae entramos no próximo tema…

Sobre as expectativas e o mimimi cotidiano

Estes dias estava de prosa com uma amiga no bar. Enquanto falávamos de relacionamentos, percebemos que as pessoas cada vez mais usam sua bagagem de vida na forma mais negativa possível. E com a tecnologia em nosso cotidiano, o drama aumenta gradativamente. É um festival de “não crie expectativas” e mimimis do tipo, parecendo uma turma mimada de quinta série que não pode ser contrariada. Spoiler alert: vocês estão sendo idiotas, queridos(as).
Expectativa faz parte do pacote vida. Um exemplo: Se você não tem (ou cria) expectativas no trabalho, provavelmente fracassará nele. Assim como em qualquer outra esfera.
Na nossa jornada, teremos coisas maravilhosas pra gente, que seja um amor, uma viagem, promoção e outras coisas. Mas teremos nossos dias horríveis, e se der tudo certo, sobreviveremos. Aprenderemos e pasmem, a vida seguirá. Sim, ela segue com expectativas frustradas ou atendidas.

Por isso que estamos como estamos…

Tentei achar imagens sobre expectativas, porém não achei nada. Estamos condicionados a nos tornar cada vez mais e mais reclusos das possibilidades. Cada vez mais em nossas “ilhas”, curtindo a solidão e achando que tá tudo certo. Bombardeado por memes de pessoas que aparentemente não podem ser rejeitadas ou desapontadas.
Saiamos dessa zona de desconforto, sejamos melhores que isso. Mais ousados que isso.

Sejamos mais abertos, cair faz parte.

Eu atualmente

O buraco tá tão fundo, que mesmo você não querendo jogar, acaba entrando no mesmo. 
I’m not a player. Eu tenho orgulho de dar com a cara na porta, de expor o que acho, as expectativas com as pessoas e as possibilidades em relação às mesmas. Isso não quer dizer que eu vou sair dizendo que amo a pessoa no dia 1. 
Significa que se eu tiver interesse (ou gostando) de alguém, ela saberá. Por quê!? Você já viu o quão bom é alguém dizer que gosta de você ou vice-versa!?

Enquanto você faz jogo, tem gente curtindo a vida de verdade.

Porém tem o outro lado, que é o da decepção. É difícil ser tão aberto nesse momento atual, pois temos nossa bagagem também. De coisas boas e péssimas. E quando acontece o último, você volta pra luz queimada (vide a imagem), porém no fundo, beeeemmm no fundo, ainda funciona. Ainda tem esperança de novas possibilidades, amores, viagens e a tal felicidade que almejamos com muita vontade.

One clap, two clap, three clap, forty?

By clapping more or less, you can signal to us which stories really stand out.