So far. So close.

É muito estranho como as coisas são estranhas nessa vida. Um dia você dorme tranquilo e acorda brigando. Outro, você se deita agitado e tem a melhor noite da sua vida.

Quando não, você conhece pessoas. E você sabe como elas são… Extremamente complicadas. Precisamos lidar com ego, bagagem de vida e outras variáveis. Recentemente, ouvi uma história. Nela, a pessoa explicava como conheceu… sua pequena (aff, que brega. Mas foi a descrição recebida).

“Cara, é incrível como a gente combina! Nós somos teimosos e meio grosseiros!

Ela tem fome toda hora. Eu também.

Ela faz caretas. Eu não sorrio.

Ela é confusa. Tal como eu.

Ela evita respostas. Eu insisto nas perguntas.

Ela alterna entre carinho e coice. Eu alterno entre coice e carinho.

Ela ama brigar por banalidades. Eu amo explicá-las.

Ela gosta de coisas exóticas. Eu sou exótico.

Ela ama as pessoas. Eu amo estar próximo dela.

Outro dia, enquanto conversávamos, citei uma música até meio desconhecida. Você acredita que ela achou que estava a zoando, pois ela ama tal canção?! Foi muito louco…

Ouvindo tudo isso, pensei e o questionei: Cara, mas o que está sentindo e achando disso tudo?!

Ele já me respondeu de sopetão: Eu sei lá, véi. Só sei que é bom e quero mais. Descobri que tenho amigos idiotas. Ou apaixonados. Meio que dá na mesma.”

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