Um dos 500 dias sem ela

E agora!?

Ah, quem dera se aquele toque do celular fosse um recado seu. Um “Bom dia”, “Boa noite”, ou um simples “Você é chatoooo!”.
Mas não, é só mais uma mensagem inútil de propaganda, ou de alguém que simplesmente não tem relevância no momento. Quem se importa!?

Essa festa só aconteceria por gostarmos da mesma música.

E agora!? Pra onde vamos, se nunca viemos de lugar algum!?
Onde será que nossas mãos que nunca se entrelaçaram, se soltaram repentinamente?
E as piadas sobre um futuro promissor e divertido, sendo que nem uma marca de um passado ou presente foram deixadas!?
Dizem que tem males que vem para o bem!? Será mesmo!? Não sabemos, nunca saberemos…

Chegamos naquela parte da estrada, onde podemos ir pra direita ou esquerda, mas insistimos em tentar no meio, a rota mais perigosa e assustadora, onde tudo pode ser mais complicado e talvez doloroso.
Por quê? Se for diferente dessa opção, tudo se esvai e a gente se perde. Façamos nossa escolha, qual rota preferimos!?

Nós somos os capitães de nossos destinos, mas…

O telefone tocou de novo, mas não era você de novo. E não voltará a ser tão cedo…

Lembra quando te disse que isso não era uma história de amor? Então, eu menti.

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