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Não sou o tipo de pessoa que se comove facilmente, muito pelo contrário. Mas neste domingo (26/01), após a notícia da morte de Kobe Bryant, eu sentia algo que não conseguia explicar! Um vazio, daqueles que a gente só sente quando perde alguém muito próximo. Porém ao ler as colunas do Guilherme Mendes e do Fábio Balassiano, eu me dei conta de uma coisa: Kobe era o meu Ayrton Senna e eu não sabia!

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Eu tinha apenas 10 anos quando o Senna morreu, coincidência ou não, ele morreu exatamente no dia do meu aniversário de 10 anos. Eu não assisti o primeiro título do Senna na F1 e, para ser sincero, não lembro muito bem dos outros 2. Na época eu sequer tinha noção de todo o tamanho dele, do que ele representava. …


Já faz um tempo que venho tendo insights de como poderia me aproximar das pessoas, falo de reaproximação física e não virtual. Admito que com a correria do dia a dia acabo sempre deixando para depois qualquer tipo de tentativa.

Semana passada resolvi ligar para o Alex Anele, um meu amigo que a tempos eu estava devendo uma conversa. Ele está buscando um novo emprego mais alinhado com as coisas que ele acredita e eu venho sempre que possível ajudando ele para que este match seja possível. Fomos no Café Cantante, um lugar encantador no coração do bairro Bom Fim.

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Todo mundo deveria, por lei, achar uma brecha na agenda e convidar semanalmente um amigo para tomar um café, dividir uma garrafa de vinho ou algumas cervejas, conversar bobagens e resgatar a leveza encoberta pela fina poeira do cotidiano.

Respondi de bate-e-pronto: Me copiaram! 😝

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