Filmografia Nerd #1 — Colossus: The Forbin Project (1970)

Cleo e Charles planejando a resistência ao Colossus
O Dr. Charles Forbin (interpretado por Eric Braeden) e sua equipe criam o Colossus, um supercomputador cuja missão é decidir, friamente, sobre o lançamento de mísseis dos Estados Unidos (e os países aliados) contra um eventual país atacante. A ideia é que a decisão sobre um ato de guerra não seja tomado por um humano que possa estar contaminado por emoções.
Bacana, mas o Colossus é tão inteligente que infere a existência de um computador similar na União Soviética, o Guardian, e solicita que seja conectado a ele. Depois disso, ele não solicita mais nada, só manda. Ele e o Guardian desenvolvem uma linguagem interna e, dentre outras coisas, passam a dominar todo o arsenal nuclear das duas maiores potências da época da guerra fria. Ou seja, é alguém zoar com a dupla Colossus e Guardian que uma cidade, uma refinaria de petróleo ou outro alvo escolhido a dedo é vaporizado.
Vigiado em tempo integral pela máquina, o Dr. Forbin planeja convencê-la de que precisa ter momentos de privacidade com sua suposta amante, a Dra. Cleo Markham (Suzan Clark). A troca de mensagens de alcova é a base da resistência aos planos do computador, mas isso não funciona.
Colossus e Guardian descobrem os planos de sabotagem, manda para os ares mais duas cidades, uma em cada país e, em rede internacional de rádio e TV anunciam que os humanos não estão preparados para viver em paz e que eles, como um cérebro computacional único, governarão o mundo.
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Descobri esse filme através de uma referência a ele no Hackers: Heroes of the Computer Revolution, de Steven Levy.
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