Essa história mexicana já tem umas 800 páginas…

Parei para pensar e cheguei a conclusão de que está tudo muito mexicano, muito dramático, mas quando se trata das minhas histórias sempre vai ter esse draminha a la usurpadora.

Provavelmente Maria do bairro teve menos páginas de roteiro e ela estava destinada a um final feliz, mas a vida real é uma eterna novela mexicana, sem aquele final fechadinho e perfeito. A vida real tem mil reviravoltas e nós ficamos exaustos, quando pensamos que chegou ao fim, acontece algo bem estranho que muda tudo… é tipo um livro da Colleen Hoover.
A minha novela mexicana já está ali no limite, eu vivo colocando ponto final mas o roteirista (favor se apresentar) sempre aparece dando uma risadinha maléfica “muahaha, não vai acabar agora”.

Chega de novela mexicana, chega de novelas no geral, e de roteiros… e de páginas e mais páginas.
Deixa eu escrever (e viver).