Sobre arquitetura e desconhecidos.

Tentei preencher os espaços que arcavam meus obros durante os dias.

O cinza tornou-se gélido assim quando o tempo começou a correr ao contrário.

Nos desconhecemos então.

Nao era mais sobre arquitetura e noites quentes nem mesmo o velocímetro de carros antigos, era sobre espaçamento, junto ao outono teu frio também chegou.

Falei sobre sacadas e teus olhos eram pura analogia, me joguei sem temer o concreto riscado a palavra pare bem na esquina.

Dentro do teu aquario habitavam peixes e esse teu lado humano te deixou confuso…

Noite passada acordei e abri as notas… sonhei que tinha ido embora, acredito que quando tu acordar já vou ter partido.

Essa limítrofe é uma bosta.

Preciso voar de volta mas fiquei presa nas tuas paredes.