Jul 10, 2017 · 1 min read
Luminescenteconsciênciacósmica
Meu verso é subjetivo
Luz inconsciente
É coisa de ficar guardada
Dentro do porão da mente
Mente
Me arrasta pro nada
Faz de mim tudo aquilo que eu nego
E conscientemente
Aturo, consternada
Essa é uma poesia sobre não poetizar
É o escape do homem
De uma situação impossível de acalentar
Não sigo regras
Não determino linhas
As rimas são pobres
E configuram quase sempre
Tanto as flores quanto o pólen
O riso frenético, nervoso, caquético
Catártico
Quase sem fôlego
Nada até o topo
Mostra o quieto e derradeiro
Encosto.
