O Coaching está com os dias contados

Recentemente o vídeo abaixo, gravado dentro de uma formação em Coaching, com um staff e um trainer aplicando uma técnica de ancoragem emocional viralizou e chegou nos quatro cantos da internet.
Disseram que era uma “rinha de coaches”.
Agora eu te pergunto: se um amigo ou familiar seu viesse te questionar sobre o Coaching e sua efetividade após ver o tal vídeo, você saberia explicar por que aquela técnica estava sendo utilizada? E, o melhor, você saberia provar cientificamente pra ele porque essa técnica é efetiva de tal modo que ele nunca mais tirasse sarro de você por você ser Coach (ou tentar ser) e ainda passasse a promover o seu trabalho como Coach?
Parece bom demais pra ser verdade, não é mesmo!?
Pois é exatamente isso que eu proponho nesse texto: existe um jeito simples de “calar a boca” das pessoas que falam mal do coaching (a maioria delas sem conhecer) e ainda fazer com que elas promovam o seu trabalho. Eu vou te mostrar aqui. Continue lendo.
Se os Coaches do Brasil ignorarem o que eu vou dizer aqui, eu posso te garantir: o Coaching aqui no país estará com os dias contados. Terão que inventar uma nova profissão (principalmente os life coaches).
E quem sou eu para garantir isso?
Meu nome é Chrystian, eu sou ghostwriter, uma pessoa que estuda a fundo um determinado assunto para escrever sobre ele em parceria com outras pessoas, e nos últimos 7 anos eu venho estudando profundamente e gerando conteúdo para o mercado do Desenvolvimento Pessoal e Profissional, mais especificamente o mercado de Coaching e afins.
Os maiores players do mercado já foram meus clientes ou já trabalhei pra eles: Geronimo Theml, Roberto Navarro, Rodrigo Cardoso, Márcia Belmiro, Wendell Carvalho e, o mais recente, José Roberto Marques e o Instituto Brasileiro de Coaching.
Já participei como aluno e espectador de mais de 10 formações e eventos de diferentes escolas e nichos, do mais básico ao mais avançado. Já escrevi conteúdos que geraram múltiplos milhões de reais e centenas de milhares de vidas transformadas.
E por ter que estudar muito, tanto as diversas teorias, como o público desse mercado, para poder criar conteúdos realmente impactantes, posso afirmar com segurança que pouca gente entende tanto quanto eu, de maneira tão ampla e ao mesmo tempo profunda, as bases teóricas do desenvolvimento humano.
Eu resolvi escrever esse texto porque eu realmente acredito no Coaching, eu vi de perto o poder de transformação que ele tem, tanto em mim como nas centenas de clientes com quem conversei pessoalmente e nos milhares de depoimentos que recebemos todos os dias. É real. É efetivo.
O problema é: tudo o que é novo e cresce muito rápido, gera resistência nas massas. Nosso cérebro tem um mecanismo natural de proteção em relação àquilo que não conhecemos — isso foi muito útil no passado para evitar que comêssemos plantas venenosas, por exemplo.
Então, o cérebro dessas pessoas que têm medo daquilo que não conhecem e não estão dispostas a se questionar sobre o status quo, acaba focando e buscando os pontos fracos do mercado de Coaching para impedir que essa “novidade” seja tão grande e tão convincente que elas não consigam resistir.
Elas querem impedir que o Coaching cresça a qualquer custo. Porque, aqui entre nós, elas não querem sair da zona de conforto e o Coaching é uma das maneiras mais eficientes de tirá-las dessa vida de merda. Eu vou chamar essas pessoas de Haters (lê-se “reiters”), do inglês “odiadores”.
Por isso os haters querem destruir o Coaching. E, sinto dizer, vão conseguir.
A não ser que você concorde com o que eu vou dizer nas próximas linhas e comece a agir na direção disso.
Olha que interessante.
Presta muita atenção nisso: O maior trunfo que os haters possuem é a falta de embasamento e profundidade teórico-científica dos Coaches recém-formados.
A gente escuta na formação, por exemplo, que a gente cria nossa própria realidade. Daí o cara vai lá e posta na rede social que se você tá pobre, em depressão ou simplesmente leva uma vidinha mais ou menos, a culpa é sua porque você cria a sua própria realidade. Eu e você sabemos que isso é verdade em alguns casos. Mas o cara vai lá e generaliza, sem explicar porquê, sem mostrar um caminho, sem ter empatia por quem está do outro lado.
E sabe por que ele faz isso? Porque tá só reproduzindo algo que aprendeu na formação sem pensar com profundidade sobre aquilo. E se alguém perguntar pra ele porquê e quando essa afirmação é verdadeira, ele não sabe responder ou responde errado. Aí os haters caem em cima.
Agora eu te pergunto: você conhece algum fundamento científico que valida a informação de que nós criamos a nossa realidade e sabe em que contextos ela é ou não é aplicável?!
Grandes são as chances de você estar respondendo mentalmente que não.
Existe um professor e pesquisador de neurociência na faculdade de Sussex no Reino Unido que estudou como o nosso cérebro “cria” a realidade que nós percebemos. Sim: a realidade que enxergamos é uma criação do nosso cérebro com base na nossa programação mental. Cada pessoa enxerga a realidade de uma maneira particular de acordo com aquilo que o cérebro dela considera mais importante, com base na sua genética e experiências de vida.
Então, quando por exemplo alguém critica o coaching pra você, pode ser que você se irrite e ache um absurdo porque para o seu cérebro o importante é manter a sua honra, o seu nome. Mas para outra pessoa cujo o cérebro considere importante a empatia e a escuta sem julgamento, a reação pode ser ver ali uma oportunidade de ajudar alguém que ainda não conhece o Coaching.
E eu poderia dar diversos exemplos aqui de como o cérebro cria a realidade que você vê, como quando você (ou sua esposa) está grávida — e parece que todo mundo resolveu engravidar; quando você compra ou se interessa por um carro — e parece que todo mundo resolveu comprar; quando você sai de casa para o trabalho, no meio do caminho “apaga” e só retoma a consciência quando chega — e se pergunta “como eu vim parar aqui?”…
Agora, por que é importante você saber coisas como essas?
Bom, eu posso elencar alguns pontos:
- Nunca mais alguém vai ousar te questionar sobre a efetividade do Coaching;
- Você vai despertar admiração nas pessoas;
- Você vai despertar curiosidade nas pessoas;
- Demonstrar todo esse conhecimento vai te dar autoridade;
- As pessoas vão te respeitar mais;
- Mais pessoas vão te procurar e indicar você para outras, etc.
E, tudo isso, além de te dar mais segurança para atuar como Coach, ainda te ajuda a fechar mais clientes.
As escolas estão formando coaches em larga escala e todas as segundas-feiras, centenas de Coaches são colocados no mercado. E não é que a formação seja superficial… o processo é muito profundo. A questão é que a maioria dos novos coaches chega na formação sem nenhuma bagagem ou experiência com o desenvolvimento humano. E essas pessoas são estimuladas a produzir conteúdo em suas redes sociais de algo que acabaram de conhecer ou conhecem muito pouco.
Daí, pra resolver isso, elas procuram outras formações e especializações em coaching.
Só que isso não resolve o problema, porque serão novas técnicas, ferramentas e conteúdos, que, sem um embasamento profundo, ajudam muito mais aqueles que já possuem alguma bagagem.
Não estou dizendo que as especializações não devem ser feitas, pelo contrário. Elas são excelentes. Te dão ainda mais ferramentas para trabalhar.
O que eu acredito é que, antes de procurar uma nova formação, o Coach precisa se aprofundar mais na teoria e na prática do desenvolvimento humano. Entender como o cérebro funciona, entender como a neurociência pode ser aplicada ao coaching, conhecer mais de psicologia, entender de maneira mais profunda o comportamento humano, os 7 níveis do processo evolutivo, os estágios de aprendizagem, etc.
Somente assim é possível salvar o Coaching da completa difamação pelos haters.
Você concorda?
Bom, se fizer sentido pra você, eu criei um grupo de estudos no WhatsApp no qual eu vou compartilhar conhecimentos que eu adquiri ao longo dos últimos anos trabalhando com os maiores Coaches e Profissionais de Desenvolvimento Humano da atualidade, tanto da convivência com eles, como dos meus estudos profundos para entender o ser humano e contribuir com sua transformação.
Ah… lá no grupo eu vou te dar uma explicação com base científica do porquê a técnica do vídeo no começo desse artigo é tão efetiva, mesma que pareça meio over.
Como o grupo é limitado a 257 pessoas, contando comigo, e muitas delas já estão convidando outras, eu sugiro que você entre o quanto antes, pois talvez eu não consiga manter mais que um grupo. De verdade.
Vai ser um grupo de trocas muito intensas… além de tirar dúvidas no grupo sobre teoria e prática de coaching, eu também vou fazer algumas lives ao longo de novembro para que a gente possa se aprofundar ainda mais nessa área do conhecimento tão maravilhosa que é o desenvolvimento humano.
Para participar do grupo basta clicar neste link → http://bit.ly/grupodeaprofundamento
Te vejo lá.
